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Favela Vila Nova Jaguaré

Favela Vila Nova Jaguaré

Favela localizada no distrito do Jaguaré, zona oeste da cidade de São Paulo, SP, Brasil. Quando Henrique Dumont Villares decide lotear sua fazenda deixa uma área de cerca de cinqüenta mil metros quadrados à disposição da prefeitura, para que nela implantasse uma área de lazer. No entanto, tal área nunca foi utilizada pelas autoridades municipais, acabando por ser o destino de diversas famílias de baixa renda que não possuíam moradia. Sua história está bastante vinculada, até hoje, com a paróquia da igreja católica mais próxima, a São José do Jaguaré, mesmo possuindo comunidades evangélicas dentro de seu espaço.

Links externos

[http://saojosej.sites.uol.com.br/ Paróquia São José do Jaguaré] categoria:Favelas

Favela

Favela é um termo muito usado no Brasil para descrever regiões urbanas de baixa qualidade de vida e cujos moradores possuem limitado poder aquisitivo - áreas com edificações inadequadas, muitas vezes apertadas aos morros onde é difícil construir edifícios estáveis e com os materiais tradicionais. Oficialmente, porém, define-se uma favela qualquer região cujas construções tenham sido realizadas em terrenos invadidos.

Origem

Brasil] A origem do termo se encontra no episódio histórico conhecido por Guerra de Canudos. A cidadela de Canudos foi construída junto a alguns morros, entre eles o Morro da Favela. O Morro de Favela possui este nome porquê o morro era coberto de uma planta, chamada de favela. Os soldados que foram lutar na região, ao voltar ao Rio de Janeiro, em um certo momento deixaram de receber seu soldo e passaram a morar em construções provisórias instaladas em alguns morros da cidade, juntamente de outros desabrigados. A partir daí, estes morros passaram a ser conhecidos como favelas, em referência à "favela" original. As mais famosas favelas são as do Rio de Janeiro, onde contrastam fortemente com os prédios e mansões da elite da Zona Sul, convivendo lado-a-lado e configurando paisagens que desafiam a lógica social. A Rocinha é frequentemente citada como a maior favela da América Latina, São Paulo também tem grande quantidade de favelas.

Características gerais

A maior parte dos habitantes das favelas é pobre, vivendo com menos de 100 dólares norte-americanos por mês. Acidentes, principalmente decorrentes de pluviosidade forte, são freqüentes em áreas assim. As favelas também sofrem pelo crime, tráfico de drogas e lutas de gangues. Há rumores de que os códigos sociais nas favelas proíbam que os habitantes cometam crimes dentro de seus limites. As gangues locais acabam se tornando uma milícia particular da região, policiando-a à sua própria maneira. Apesar de tais histórias, a maioria das favelas exibe altos índices de crimes violentos, em especial homicídios. A existência das supostas milícias, segundo alguns estudiosos, aponta para a existência de uma espécia de "código de honra" interno, o qual, caso não respeitado, pode levar à execução por parte deste efetivo Estado paralelo. As favelas do Brasil são consideradas por muitos como uma conseqüência da má distribuição de renda e do déficit habitacional no país. O filme Cidade de Deus (2002) lançou uma luz sobre o tema, apresentando uma crônica do ciclo de pobreza, violência, e desesperança numa favela do Rio de Janeiro. Entre os movimentos para a valorização da vida e da cultura da favela um dos mais populares foi o hip-hop reforçado na década de 1980 por grupos de rappers como os Racionais MC's.

Referências


- Pobreza
- Rocinha
- Complexo da Maré


- [http://www.vivafavela.com.br/ Viva Favela], portal sobre favelas
- [http://www.radiofavelafm.com.br Rádio Favela], uma rádio comunitária de Belo Horizonte

Bibliográficas


- VILAÇA, Flávio. Espaço intra-urbano no Brasil. São Paulo: Editora Studio Nobel, 1998, ISBN 8585445750
- PEDROSA, Fernanda Barreto. A violência que oculta a favela. Porto Alegre: L&PM, 2003. 64p.: il. fots. ISBN 8525412805 Categoria:Geografia do Brasil Categoria:Favelas

São Paulo

São Paulo (ou oficialmente Estado de São Paulo) é um Estado brasileiro localizado na Região Sudeste. Tem como limites: Minas Gerais (N e NE), Rio de Janeiro (NE), oceano Atlântico (L), Paraná (S) e Mato Grosso do Sul (O). Possui 645 municípios e ocupa uma área de 248.808,8 km². Sua capital é o município de São Paulo e seu atual governador é Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho.

Geografia

Suas cidades mais populosas (dados oficiais de julho de 2004) são São Paulo (10.838.581), Guarulhos (1.218.862), Campinas (1.031.887), São Bernardo do Campo (773.099), Osasco (695.879), Santo André (665.923), São José dos Campos (589.050), Sorocaba (552.194), Ribeirão Preto (542.912), Santos (418.255), Mauá (398.482), São José do Rio Preto (398.079), Diadema (383.629), Carapicuíba (375.859), Mogi das Cruzes (359.519), Piracicaba (355.039), Bauru (344.258) e Jundiaí (340.907). Apresenta um relevo relativamente elevado, já que 85% de sua superfície está entre 300 e 900 metros de altitude. Tietê, Paranapanema, Grande, Turvo, Pardo, do Peixe, Paraíba do Sul e Piracicaba são seus rios principais e seu clima varia entre tropical (norte), tropical de altitude (leste - Vale do Paraíba), e subtropical (sul - região de Apiaí, Itapeva). Os principais rios são: Tietê, Paranapanema, Grande, Turvo, do Peixe, Paraíba do Sul e Piracicaba. Veja lista de rios de São Paulo

Economia

Estado mais desenvolvido do país, São Paulo tem como base de sua economia a agricultura, a pecuária, o comércio, os serviços e a indústria. Segundo o IBGE, seu Produto Interno Bruto em 2003 foi de R$494,8 bilhões, isso equivale a 31,8% do PIB nacional. Suas transformações nos ultimos 100 anos, transformaram o estado de São Paulo no mais poderoso da federação. Para chegar a esse ponto, o estado foi começando pela plantação de café, antes da crise de 1929. Com a entrada de mão-de-obra, acúmulo de capital de investimento, infra-estrutura e sistema de transporte desenvolvido, trouxe a São Paulo a industrialização, tornando-se o primeiro a industrializar-se no Brasil. Com isso, o estado de São Paulo industrializou-se mais rapidamente que o estado do Rio de Janeiro, ficando nos níveis atuais. Na época que Juscelino Kubitschek era presidente da república, ele "abriu" recursos para que o interior do estado de São Paulo recebesse as indústrias automobilísticas. Concluíndo, o estado de São Paulo é o pólo econômico e tecnológico da América do Sul, onde se produzem aviões (Embraer), computadores e etc..

História

Exploração e Ocupação

No início do século XVI o litoral paulista é visitado por navegadores portugueses e espanhóis, mas somente em 1532 se dá a fundação da primeira povoação, São Vicente na Baixada Santista por Martim Afonso de Sousa. A procura de metais preciosos levou os portugueses a ultrapassarem a Serra do Mar, pelo antigo caminho índigena do Peabiru e em 1554, no planalto existente após a Serra do Mar, é fundada a vila de São Paulo de Piratininga, pelo padre jesuíta espanhol José de Anchieta. Já nesta data o futuro território paulista seria dividido em duas entidades administrativas: a Capitania de São Vicente, abrangendo a Baixada Santista e o Planalto de São Paulo e a Capitania de Santo Amaro, compreendendo o atual Vale do Paraíba e Litoral Norte. Até o final do século XVI são fundadas outras vila no entorno do planalto, como Santo André e Santana de Parnaíba, garantindo assim a segurança e subsistência da vila de São Paulo.

As Bandeiras

De clima mais frio que as capitanias nordestinas, dificultando o cultivo da cana-de-açúcar e sem indícios de metais preciosos, a Capitania de São Vicente desenvolve como principal atividade econômica as bandeiras, grupos de paulistas que saíam de São Paulo e Santana de Parnaíba desbravando territórios desconhecidos à procura de ouro, pedras preciosas e índios para escravizá-los. Os bandeirantes, tendo como principal figura Antônio Raposo Tavares e Fernão Dias se dirigiram ao Sul, chegando até o atual Rio Grande do Sul e ao oeste, desbravando os futuros Estados de Goiás e Mato Grosso, expandindo o território brasileiro e dizimando milhares de tribos indígenas. O território paulista é também sensivelmente aumentado, com a fundação de cidades como Jundiaí e Sorocaba, para servirem de ponto de apoio para as bandeiras, além da ocupação do Vale do Paraíba Em 1681 é formada a Capitania de São Paulo, com um imenso território compreendendo aproximadamente as áreas atuais dos Estados de São Paulo, Minas Gerais (exceto o vale do Rio São Francisco), Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso.

O ciclo do ouro e decadência da Capitania

No final do século XVII, bandeirantes paulistas descobrem ouro na região do Rio das Mortes, nas proximidades da atual São João del Rei. A descoberta das imensas jazidas de ouro provoca uma corrida em direção às Minas Gerais, como eram chamadas na época os inúmeros depósitos de ouro por exploradores advindos tanto de São Paulo quanto de outras partes da colônia. Como descobridores das minas, os paulistas demandavam exclusividade na exploração do ouro, porém foram vencidos em 1710 com o fim da Guerra dos Emboabas, perdendo o controle das Minas Gerais. O ouro extraído de Minas Gerais seria escoado via Rio de Janeiro. Como compensação, a vila de São Paulo é elevada à condição de cidade em 1710. O êxodo em direção às Minas Gerais provocou a decadência econômica na Capitania, e ao longo do século XVIII esta foi perdendo território e dinamismo econômico até ser simplesmente anexada em 1748 à Capitania do Rio de Janeiro.

A restauração e a Província de São Paulo

Em 1765, pelos esforços de Morgado de Mateus é reinstituída a Capitania de São Paulo e este promove uma política de incentivo à produção de açúcar para garantir o sustento da capitania. A capitania é restaurada entretanto com cerca de um terço de seu território original, compreendendo apenas os atuais Estados de São Paulo e Paraná. Assim, são fundados no leste paulista, região propícia para tal cultivo, as vilas de Campinas, Itu e Piracicaba, onde logo a cana-de-açúcar desenvolve-se. O açúcar é transportado via porto de Santos e atinge seu auge no ínicio do século XIX. A capitania ganha peso político durante a época da Independência através da figura de José Bonifácio, natural de Santos e em 7 de setembro de 1822 a Independência é proclamada às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, por Dom Pedro I. Em 1824 a capitania transforma-se em Província.

O Ciclo do Café

Já em 1817 é fundada a primeira fazenda de café de São Paulo, no vale do Paraíba, e após a Independência o cultivo de café ganha força nas terras do Vale do Paraíba, enriquecendo rapidamente cidades como Guaratinguetá, Bananal, Lorena e Pindamonhangaba. Nas fazendas cafeeiras do Vale do Paraíba era utilizada em grande escala a mão de obra escrava e os grãos escoados via Rio de Janeiro. Assim sendo, o Vale enriquece-se rapidamente, gerando uma oligarquia rural, porém o restante da Província continua dependente da cana-de-açúcar e do comércio que vai se estabelecendo na cidade de São Paulo, impulsionado pela fundação de uma faculdade de Direito em 1827. Entretanto, a exaustão dos solos do Vale do Paraíba e as crescentes dificuldades impostas ao regime escravocrata levam a uma decadência no cultivo do café a partir de 1860 naquela região. O Vale vai se esvaziando economicamente enquanto o cultivo do café migra em direção ao Oeste Paulista, adentrando primeiramente na região de Campinas e Itu, substituindo o cultivo da cana-de-açúcar realizado até então. A migração do café rumo ao oeste provoca grandes mudanças econômicas e sociais na Província. A proibição do Tráfico negreiro em 1850 leva a necessidade de busca de nova forma de mão-de-obra para os novos cultivos. A imigração de europeus passa a ser incentivada pelo governo Imperial e provincial. O escoamento dos grãos passa a ser feito via porto de Santos, o que leva a fundação da primeira ferrovia paulista, a São Paulo Railway, construída por capitais ingleses e do Visconde de Mauá, ligando Santos à Jundiaí, passando por São Paulo, que começa a se transformar em importante entreposto comercial entre o litoral e o interior cafeeiro. O café vai adentrando paulatinamente o oeste paulista, passando por Campinas, Rio Claro, Porto Ferreira e em 1870 este encontra a área de maior propício ao seu cultivo, as férteis terras roxas do nordeste paulista, próximas a Ribeirão Preto, onde surgirão as maiores e mais produtivas fazendas de café do mundo. Atrás de novas terras para o café, exploradores adentram o até então desconhecido quadrilátero compreendido entre a Serra de Botucatu e os rios Paraná, Tietê e Paranapanema, onde fundarão cidades como Bauru, Marília, Araçatuba e Presidente Prudente no final do século XIX e início do século XX. As divisas atuais paulistas são fixadas com a emancipação do Paraná em 1853. O sul paulista (Vale do Ribeira e região de Itapeva) não atraem o cultivo do café e sofrem com litígios de divisa entre São Paulo e Paraná, sendo portanto postas à margem do desenvolvimento do resto da província, tornando-se, até nossos dias, as regiões mais pobres do território paulista. O enriquecimento provocado pelo café e a constante chegada de imigrantes italianos, portugueses, espanhóis, japoneses e árabes à Província, além do desenvolvimento de uma grande rede férrea, trazem prosperidade a São Paulo.

A República do Café com Leite

É em São Paulo que se desenvolvem os primeiros movimentos republicanos brasileiros, através da burguesia cafeeira do Oeste Paulista. Desejosos do fim da escravidão, participação política e maior autonomia para as províncias, representantes da elite cafeeira fundam em Itu o Partido Republicano Paulista (PRP) em 1873. Com a Proclamação da República em 1889 a burguesia paulista chega ao poder político da nação, o consolidando em 1894 com a eleição de Prudente de Morais para a Presidência da República. Para garantir a permanência no poder e os privilégios à cafeicultura, é estabelecido um sistema político que iria consolidar a Primeira República até 1930: a política do café-com-leite, um pacto com Minas Gerais, maior Estado em população na época, aonde haveria a alternância entre um presidente paulista e mineiro. A riqueza concentrada pelo café em São Paulo, a relativa estabilidade política e a constante imigração levariam a um grande crescimento da cidade de São Paulo. A elite construía novos bairros, como o Jardim América e investia seus lucros em atividades bancárias e indústrias, enquanto imigrantes estabeleciam-se em bairros como Brás e Mooca e tornavam-se operários nas indústrias que floresciam na cidade. A antiga vila do planalto rapidamente se transformou em grande centro industrial e comercial.

A Industrialização e Metropolização

Após a Primeira Guerra Mundial, o cultivo do café começa a enfrentar crises de excesso de oferta e concorrência de outros países. O cultivo começa a ser controlado pelo governo, a fim de evitar crises e fazendas fecham, levando imigrantes em direção a São Paulo, onde se tornam operários. Pressões políticas exigindo o fim do predomínio da elite cafeeira paulista surgem e movimentos artísticos como a Semana de 1922 propagam novas idéias sociais e econômicas. A imigração externa começa a se enfraquecer e greves anarquistas e comunistas rebentam em São Paulo enquanto impérios industriais como o de Matarazzo são formados. Em 1930 o café entra em sua derradeira crise com a Crise de 1929 e o crash da Bolsa de Nova Iorque no ano anterior, o colapso dos preços externos dos grãos e a Revolução de 1930, que retira os paulistas do poder. Dois anos depois, em 1932, São Paulo combate Getúlio Vargas na Revolução Constitucionalista, em uma tentativa de retomar o poder perdido, porém é derrotado militarmente. A crise do café se amplifica e o êxodo rural em direção à São Paulo esvazia o interior do Estado. A Segunda Guerra Mundial interrompe as importações de produtos e a indústria paulista inicia um processo de substituição de importações, passando a produzir no Estado os produtos até então importados. O processo intensifica-se no governo de Juscelino Kubitschek, que lança as bases da indústria automotiva no ABC paulista. Para suprir a mão-de-obra necessária, o Estado passa a receber milhões de nordestinos, vindos principalmente dos Estados da Bahia, Ceará, Pernambuco e Paraíba, que substituem os antigos imigrantes, agora compondo a classe média paulista, como operários. Estes se fixam principalmente na periferia de São Paulo e nas cidades vizinhas, como Osasco e Guarulhos. Este rápido aumento populacional promove um processo de metropolização, onde São Paulo se aglomera com as cidades vizinhas, formando a Região Metropolitana de São Paulo. Em 1960, a cidade de São Paulo torna-se a maior cidade brasileira e principal pólo econômico do país, superando o Rio de Janeiro.

Industrialização do Interior e Esvaziamento Econômico

Nas décadas de 1960 e 1970 o governo estadual promove diversas obras que incentivam a economia do interior do Estado, esvaziado desde a quebra do café em 1930. A abertura e duplicação da Via Dutra (BR-116) recupera e industrializa o Vale do Paraíba, que se concentra em torno da indústria aeronáutica de São José dos Campos. Para o Oeste, a implantação do Aeroporto Internacional de Viracopos, a criação da Unicamp (Universidade de Campinas) a abertura de rodovias como a Rodovia Anhanguera e o implemento de tecnicas modernas de produção, em especial da cana-de-açúcar e de seu subproduto, o álcool combustível, levam novamente o progresso às regiões de Campinas, Sorocaba e Ribeirão Preto. Este processo de recuperação econômica do interior intensifica-se a partir da década de 1980, quando inúmeros problemas urbanos, como violência, poluição e ocupação desordenada, afligem a Região Metropolitana de São Paulo. Entre 1980 e 2000 a grande maioria dos investimentos realizados no Estado é feito fora da Capital, que passa de uma metrópole industrial para um pólo de serviços e finanças. O interior, em especial o eixo entre Campinas - Ribeirão Preto e São José dos Campos - Taubaté torna-se industrializado e próspero. Entretanto, mesmo com o enriquecimento e industrialização do interior, outros Estados passam a ter uma taxa de crescimento econômico ainda mais elevada que São Paulo, principalmente as regiões Sul e Centro-Oeste. Atualmente, ainda que o crescimento não seja mais tão alto e haja concorrência de outros Estados, São Paulo é o principal pólo econômico, político e industrial da América do Sul, sendo o maior mercado consumidor do Brasil.

Bandeira Paulista

Municípios do Estado de São Paulo

Divisão administrativa

Desde 1970, por sucessivas leis estaduais, foram criadas e alteradas regiões administrativas e regiões de governo, estabelecidas com o objetivo de centralizar a atividades das secretarias estaduais. Seus limites nem sempre coincidem com os das meso e microregiões. Atualmente, as regiões administrativas do Estado de São Paulo são as seguintes:
- Registro (corresponde ao Vale do Ribeira)
- Região Metropolitana da Baixada Santista
- São José dos Campos (inclui as sub-regiões de Taubaté, Guaratinguetá, Cruzeiro e Caraguatatuba)
- Sorocaba (inclui as sub-regiões de Itapetininga, Itapeva, Avaré e Botucatu)
- Campinas (inclui a Região Metropolitana de Campinas, e as sub-regiões administrativas de Jundiaí, Bragança Paulista, Piracicaba, Limeira, Rio Claro e São João da Boa Vista)
- Ribeirão Preto
- Bauru (inclui Jaú e Lins)
- São José do Rio Preto (inclui Catanduva, Votuporanga, Fernandópolis e Jales)
- Araçatuba (inclui Andradina)
- Presidente Prudente (inclui Adamantina e Dracena)
- Marília (inclui Tupã, Ourinhos e Assis)
- Central (constituída pelas sub-regiões de Araraquara e São Carlos)
- Barretos
- Franca (inclui São Joaquim da Barra)
- Região Metropolitana de São Paulo.


- Hino do Estado de São Paulo
- Municípios do Estado de São Paulo
- Revolução Constitucionalista de 1932


- [http://www.saopaulo.sp.gov.br Site do Governo do Estado de São Paulo.]
- [http://www.nossosaopaulo.com.br Portal Nosso São Paulo]
- [http://www.prefeitura.sp.gov.br Site da Prefeitura do Município de São Paulo]
- [http://www.spmetropole.com/ Tudo Sobre a Capital do Estado de SP - SPMetropole.com]
- [http://www.diariosp.com.br/ jornal Diário de São Paulo]
- [http://www.estadao.com.br/ jornal O Estado de São Paulo]
- [http://www.sp.jolingo.net/ Estado de São Paulo na rede de relacionamentos Orkut]
- [http://maps.google.com/maps?ll=-21.840820,-49.844971&spn=5.218506,8.107910&t=k&hl=en Visão via satélite do Estado de São Paulo (Google Maps)] Categoria:Estados do Brasil Categoria:São Paulo ja:サンパウロ州

Igreja Católica

O Catolicismo, do grego katholikos (καθολικος), com o significado de "geral" ou "universal", é um nome religioso aplicado a dois ramos do cristianismo. Em uso casual, quando as pessoas falam de "católicos" ou de "catolicismo", geralmente pretendem indicar os aderentes à Igreja Católica Romana. No entanto, no seu sentido geral (sem o C maiúsculo), o nome é usado por muitos cristãos que acreditam que são os descendentes espirituais dos Apóstolos em vez de parte de uma sucessão apostólica física, como defendem os católicos romanos. O Credo dos Apóstolos, que diz "Eu acredito... na santa igreja católica..." é recitado todas as semanas em milhares de igrejas Católicas. No seu sentido mais estreito, o termo é usado para referir a Igreja Católica Apostólica Romana, sob o Papado. Estas 24 igrejas sui iuris estão em comunhão total e afirmam ter mais de um bilhão de aderentes, o que as transforma na maior denominação cristã do mundo. As suas características distintivas são a aceitação da autoridade do Papa, o Bispo de Roma, e a comunhão com ele, e aceitarem a sua autoridade em matéria de "fé" e "moral" e a sua afirmação de "total, supremo e universal poder sobre toda a Igreja". [http://www.christusrex.org/www1/CDHN/church4.html#CONSTITUTION] Esta denominação é frequentemente chamada Igreja Católica Romana, muito embora o seu nome formal seja apenas "Igreja Católica".

Significado de "Catolicismo"

Os Credos e o Catolicismo

A palavra Católico surge nos principais credos (definições de fé semelhantes a preces) cristãos, nomeadamente no Credo dos Apóstolos e no Credo Niceno. Os cristãos da maior parte das igrejas, incluindo a maioria dos protestantes, afirmam a sua fé "numa única santa Igreja católica e apostólica". Esta crença refere-se à sua crença na unidade última de todas as igrejas sob um Deus e um Salvador. No entanto, neste contexto, a palavra católico é usada pelos crentes num sentido definitivo (i.e., universal), e não como o nome de um corpo religioso. Neste tipo de uso, a palavra é geralmente escrita com c minúsculo, enquanto que o C maiúsculo se refere ao sentido descrito neste artigo.

Catolicismo

SalvadorUma grande minoria de Cristãos não se descreve como "Católica", se bem que provavelmente se considere "católica" (com c minúsculo). No cristianismo ocidental, as principais fés a se considerarem "Católicas", para lá da Igreja Católica Romana, são a Igreja Católica Antiga, a Velha Igreja Católica, a Igreja Católica Liberal, a Associação Patriótica Católica Chinesa e alguns elementos anglicanos (os "Anglicanos da Alta Igreja", ou os "Anglo-Católicos"). Estes grupos têm crenças e praticam rituais religiosos semelhantes aos do Catolicismo Romano, mas diferem substancialmente destes no que diz respeito ao estatuto, poder e influência do Bispo de Roma. As várias igrejas da Ortodoxia de Leste e Ortodoxia Oriental pensam em si próprias como igrejas Católicas no sentido de serem a Igreja "universal". As igrejas Ortodoxas vêem geralmente os "Católicos" Latinos como cismáticos heréticos que saíram da "verdadeira igreja católica e apostólica" (veja Grande Cisma. Os Patriarcas da Ortodoxia Oriental são hierarcas autocéfalos, o que significa, grosso-modo, que cada um deles é independente da supervisão directa de outro bispo (embora ainda estejam sujeitos ao todo do seu sínodo de bispos). Não estão em comunhão com o Papa e não reconhecem a sua reivindicação à chefia da Igreja universal enquanto instituição terrena. Existem também Católicos de Rito Oriental cuja liturgia se assemelha à dos Ortodoxos, e que também permitem a ordenação de homens casados, mas que reconhecem o Papa Romano como chefe da sua igreja. Alguns grupos chamam a si próprios Católicos, mas esse qualificativo é questionável: por exemplo, a Igreja Católica Liberal, que se originou como uma dissensão da Velha Igreja Católica mas que incorporou tanta teosofia na sua doutrina que já pouco tem em comum com o Catolicismo.

Catolicismo Romano

A principal e maior denominação Católica é a "Santa Igreja Católica Apostólica", melhor conhecida como "Santa Igreja Católica". Tem esse nome porque todos os seus aderentes estão em comunhão com o Papa e Bispo de Roma, e a maior parte das paróquias seguem o Rito Latino ou Romano na prece, embora haja outros ritos.

Anglo-Catolicismo

O Anglo-Catolicismo, sendo embora uma única igreja, está na prática dividido em dois ramos, os "Anglicanos da Alta Igreja", também chamados Anglo-Católicos e os "Anglicanos da Baixa Igreja", também conhecidos como a facção Evangélica. Embora todos os elementos da Comunhão Anglicana recitem os mesmos credos, os Anglicanos da Baixa Igreja tratam a palavra Católico no credo como um mero sinónimo antigo para universal, ao passo que os Anglicanos da Alta Igreja a tratam como o nome da igreja de Cristo à qual pertencem eles, a Igreja Católica Romana, e outras igrejas da Sucessão Apostólica. O Anglo-Catolicismo tem crenças e pratica rituais religiosos semelhantes aos do Catolicismo Romano. Os elementos semelhantes incluem a crença em sete sacramentos, a crença na Transubstanciação e não na Consubstanciação, a devoção à Virgem Maria e aos santos, a descrição do seu clero ordenado como "padres", o vestir vestimentas próprias na liturgia da igreja, e por vezes até mesmo a descrição das suas celebrações Eucarísticas como Missa. A sua principal divergência do Catolicismo Romano reside no estatuto, poder e influência do Bispo de Roma. O desenvolvimento da ala Anglo-Católica do Anglicanismo teve lugar principalmente no Século XIX e está fortemente associado ao Movimento de Oxford. Dois dos seus líderes, John Henry Newman e Henry Edward Manning, ambos ordenados cléricos anglicanos, acabaram por aderir à Igreja Católica Romana e por se tornarem Cardeais. Embora o termo Catolicismo seja geralmente usado para designar o Catolicismo Romano, muitos Anglo-Católicos usam-no para se referirem também a si próprios, como parte da Igreja Católica geral (e não apenas Romana). Na verdade, algumas igrejas anglicanas, como a Catedral de St. Patrick em Dublin ou a "Catedral Nacional" da Igreja da Irlanda (anglicana), referem-se a si próprias como parte da "Comunhão Católica" e como "Igrejas Católicas" em anúncios dentro e em torno delas.

História e Influência

Igreja da Irlanda A igreja cristã primitiva na regiao do Mediterraneo foi organizada sob cinco patriarcas, os bispos de Jerusalém, Antióquia, Alexandria, Constantinopla e Roma. O Bispo de Roma era tido pelos outros Patriarcas como "o primeiro entre iguais", embora o seu estatuto e influência tenha crescido quando Roma era a capital do império, com as disputas doutrinárias ou procedimentais a serem frequentemente remetidas a Roma para obter uma opinião. Mas quando a capital se mudou para Constantinopla, a sua influência diminuiu. Enquanto Roma reclamava uma autoridade que lhe provinha de São Pedro (que supostamente morreu em Roma e é considerado o primeiro papa1) e São Paulo, Constantinopla tornara-se a residência do Imperador e do Senado. Uma série de dificuldades complexas (disputas doutrinárias, Concílios disputados, a evolução de ritos separados e se a posição do Papa de Roma era ou não de real autoridade ou apenas de respeito) levaram à divisão em 1054 que dividiu a Igreja entre a Igreja Católica no Ocidente e a Igreja Ortodoxa Oriental no Leste (Grécia, Rússia e muitas das terras eslavas, Anatólia, Síria, Egipto, etc.). A esta divisão chama-se o Grande Cisma. A grande divisão seguinte da Igreja Católica ocorreu no século XVI com a Reforma Protestante, durante a qual se formaram muitas das facções Protestantes.

Estrutura e Prática da Igreja Católica Romana

Doutrinas Distintivas

Os católicos acreditam na Trindade de Deus enquanto Pai, Filho e Espírito Santo, na divindade de Jesus, e na salvação através da fé em Jesus Cristo e por amar a Deus acima de todas as coisas. Os pontos de vista católicos diferem dos ortodoxos em alguns pontos, incluindo a natureza do Ministério de S. pedro (o papado), a natureza da Trindade e o modo como ela deve ser expressa no Credo Niceno, e o entendimento da salvação e do arrependimento. Os católicos divergem dos protestantes em vários pontos, incluindo a necessidade da penitência, o significado da comunhão, a composição do Cânone das Escrituras, o purgatório e o modo como se atinge a salvação: os protestantes acreditam que a salvaçãos e atinge apenas através da fé (sola fide), ao passo que os católicos pensam que a fé deve ser expressa em boas obras. Esta divergência levou a um conflito sobre a doutrina da justificação (na Reforma ensinava-se que "nós justificamo-nos apenas pela fé"). O diálogo ecuménico moderno levou a alguns consensos sobre a doutrina da justificação entre os católicos romanos e os luteranos, anglicanos e outros.

Organização e Cargos da Igreja Católica Romana

Estruturalmente, o Catolicismo Romano é uma das religiões mais centralizadas do mundo. O seu chefe, o papa, governa-a desde a Cidade do Vaticano, um estado independente no centro de Roma, também conhecido na diplomacia internacional como a Santa Sé. O Papa é seleccionado por um grupo de elite de Cardeais, conhecidos como Príncipes da Igreja. Só o Papa pode seleccionar e nomear todos os cléricos da Igreja acima do nível e padre. Todos os membros da hierarquia respondem perante o Papa e a sua corte papal, chamada Cúria. Os Papas exercem o que é chamado Infalibilidade Papal, isto é, o direito de definir declarações definitivas de ensinamento Católico Romano em matérias de fé e moral. Na realidade, desde a sua declaração no Concílio Vaticano Primeiro, em 1870, a infalibilidade papal só foi usada uma vez, pelo Papa Pio XII, nos anos 50. A autoridade do Papa vem da crença de que ele é o sucessor directo de S. Pedro e, como tal, o Vigário de Cristo na Terra. A Igreja tem uma estrutura hierárquica de títulos que são, em ordem descendente:
- Papa, o bispo de Roma e também Patriarca do Ocidente. Os que o assistem e aconselham na liderança da igreja são os Cardeais;
- Patriarcas são os chefes das Igrejas Católicas que não são a Igreja Latina. Alguns dos grandes arcebispos Católicos Romanos também são chamados Patriarcas; entre estes contam-se o Arcebispo de Lisboa e o Arcebispo de Veneza;
- Bispo (Arcebispo e Bispo Sufragário): são os sucessores directos dos doze apóstolos. Receberam o todo das ordens sacramentais;
- Padre (Monsenhor é um título honorário para um padre, que não dá quaisquer poderes sacramentais adicionais): inicialmente não havia Padres per se. Esta posição evoluiu a partir dos Bispos suburbanos que eram encarregados de distribuir os sacramentos mas não tinham jurisdição completa sobre os fiéis.
- Diácono Existem ainda cargos menores: Leitor e Acólito (desde o Concílio Vaticano Segundo, o cargo de sub-diácono deixou de existir). As ordens religiosas têm a sua própria hierarquia e títulos. Estes cargos tomados em conjunto constituem o clero e no rito ocidental só podem ser ocupados, normalmente, por homens solteiros. No entanto, no rito oriental, os homens casados são admitidos como padres diocesanos, mas não como bispos ou padres monásticos; e em raras ocasiões, permitiu-se que padres casados que se converteram a partir de outros grupos cristãos fossem ordenados no rito ocidental. No rito ocidental, os homens casados podem ser ordenados diáconos permanentes, mas não podem voltar a casar se a esposa morrer ou se o casamento for anulado. O Papa é eleito pelo Colégio dos Cardeais de entre os próprios membros do Colégio (o processo de eleição, que tem lugar na Capela Sistina, é chamado Conclave). Cada Papa continua no cargo até que morra ou até que abdique (o que só aconteceu duas vezes, e nunca desde a Idade Média).

Organização por região

Idade Média A unidade geográfica e organizacional fundamental da Igreja Católica é a diocese (nas Igrejas Católicas do Oriente, a unidade equivalente chama-se eparquia). Esta corresponde geralmente a uma área geográfica definida, centrada numa cidade principal, e é chefiada por um bispo. A igreja central de uma diocese recebe o nome de catedral, da cátedra, ou cadeira, do bispo, que é um dos símbolos principais do seu cargo.. Dentro da diocese, o bispo exerce aquilo que é conhecido como um ordinário, ou seja, a autoridade administrativa principal. (As sedes de algumas ordens religiosas são semi-independentes das dioceses a que pertencem; o superior religioso da ordem exerce jurisdição ordinária sobre elas.) Embora o Papa nomeie bispos e avalie o seu desempenho, e exista uma série de outras instituições que governam ou supervisionam certas actividades, um bispo tem bastante independência na administração de uma diocese.. Algumas dioceses, geralmente centradas em cidades grandes e importantes, são chamadas arquidioceses e são chefiadas por um arcebispo. Em grandes dioceses e arquidioceses, o bispo é frequentemente assistido por bispos auxiliares, bispos integrais e membros do Colégio dos Bispos que não chefiam a sua própria diocese. Arcebispos, bispos sufragários (designação frequentemente abreviada simplesmente para "bispos"), e bispos auxiliares, são igualmente bispos; os títulos diferentes indicam apenas que tipo de unidade eclesiástica chefiam. Muitos países têm vicariatos que apoiam as suas forças armadas (ver Ordinariato Militar). Quase todas as dioceses estavam organizadas em grupos conhecidos como províncias, cada uma das quais era chefiada por um arcebispo. Embora as províncias continuem a existir, o seu papel foi substituído quase por completo por conferências de bispos, geralmente constituídas por todas as dioceses de um determinado país ou grupo de países. Estes grupos lidam com um vasto conjunto de assuntos comuns, incluindo a supervisão de textos e práticas litúrgicas para os grupos culturais e linguísticos da área, e as relações com os governos locais. A autoridade destas conferências para restringir as actividades de bispos individuais é, no entanto, limitada (os teólogos tradicionais consideram esta autoridade basicamente irrestrita). As conferências de bispos começaram a surgir no princípio do século XX e foram oficialmente reconhecidas no Concílio Vaticano Segundo, no documento Christus Dominus. O Colégio dos Cardeais é o conjunto dos bispos católicos romanos que são conselheiros especiais do Papa. Qualquer padre pode ser nomeado Cardeal, desde que se "distinga em fé, moral e piedade". Se um cardeal que ainda não tiver sido ordenado bispo for eleito Papa, deverá receber a ordenação episcopal mais tarde. (ver a Constituição Apostólica Universi Dominici Gregis[http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/apost_constitutions/documents/hf_jp-ii_apc_22021996_universi-dominici-gregis_en.html]) Todos os cardeais com menos de 80 anos têm o direito de eleger um novo papa depois da morte do seu predecessor. Os cardeais eleitores são quase sempre membros do clero, mas no entanto o Papa concedeu no passado a membros destacados do laicado católico (por exemplo, a teólogos) lugares de membro do Colégio, após ultrapassarem a idade eleitoral. A cada cardeal é atribuída uma igreja ou capela (e daí a classificação em bispo cardeal, padre cardeal e diácono cardeal) em Roma para fazer dele membro do clero da cidade. Muitos dos cardeais servem na cúria, que assiste o Papa na administração da Igreja. Todos os cardeais que não são residentes em Roma são bispos diocesanos. As dioceses são divididas em distritos locais chamadas paróquias. Todos os católicos devem frequentar e suportar a sua igreja paroquiana local. Ao mesmo tempo que a Igreja Católica desenvolveu um sistema elaborado de governo global, o catolicismo de dia a dia é vivido na comunidade local, unida em prece na paróquia local. As paróquias são em grande medida auto-suficientes; uma igreja, frequentemente situada numa comunidade pobre ou em crescimento, que é sustentada por uma diocese, é chamada "missão". A Igreja Católica Romana sustenta muitas ordens (grupos) de monges e freiras que são principalmente não-padres que vivem vidas especialmente devotadas a servir Deus. São pessoas que se juntaram sob um determinado sistema a fim de atingir a perfeição e a virtude. Estes sistemas por vezes implicam a separação do mundo para meditar, outras a participação excepcional no mundo, frequentemente através da prestação de serviços médicos ou educacionais. Quase todos os monges e freiras tomam votos de pobreza (nenhuma ou limitada posse de propriedade ou dinheiro), castidade (nenhuma utilização dos órgãos sexuais) e obediência (aos seus superiores).

0s 10 mandamentos

#Amarás a Deus sobre todas as coisas #Não tomarás Seu Santo Nome em vão #Guardar domingos e festas #Honrarás teu pai e tua mãe #Não matarás #Não pecarás contra a castidade #Não furtarás #Não levantarás falso testemunho #Não desejarás a mulher do teu próximo #Não cobiçarás as coisas alheias.

Sacramentos

monges A prática da Igreja Católica consiste em sete sacramentos (veja também sacramentos católicos):
- Baptismo,
- Confissão,
- Eucaristia,
- Confirmação ou Crisma,
- Sagrado Matrimónio,
- Ordens Sagradas, e
- Unção dos Doentes. Dentro da fé católica, os sacramentos são gestos e palavras de Cristo que concedem graça santificadora sobre quem os recebe. O Baptismo é dado às crianças e a convertidos adultos que não tenham sido antes baptizados validamente (o baptismo da maior parte das igrejas cristãs é considerado válido pela Igreja Católica visto que se considera que o efeito chega directamente de Deus independentemente da fé pessoal, embora não da intenção, do sacerdote). A Confissão ou reconciliação envolve a admissão de pecados perante um padre e o recebimento de penitências (tarefas a desempenhar a fim de alcançar a absolvição ou o perdão de Deus). A Eucaristia (Comunhão) é o sacrifício de Cristo marcado pela partilha do Corpo de Cristo e do Sangue de Cristo que se considera que substituem em tudo menos na aparência o pão e o vinho utilizados na cerimónia. A crença católica romana de que pão e vinho são transformados no Corpo e no Sangue de Cristo chama-se transubstanciação. No sacramento da Confirmação, o presente do Espírito Santo que é dado no baptismo é "fortalecido e aprofundado" (veja o Catequismo da Igreja Católica, para. 1303) através da imposição de mãos e da unção com óleo. Na maior parte das igrejas de Rito Latino, este sacramento é presidido por um bispo e tem lugar no início da idade adulta. Nas Igrejas Católicas Orientais (ver abaixo) o sacramento da crisma é geralmente executado por um padre imediatamente depois do baptismo. As Ordens Sagradas recebem-se ao entrar para o sacerdócio e envolvem um voto de castidade. O sacramento das Ordens Sagradas é dado em três graus: o do diácono (desde Vaticano II um diácono permanente pode ser casado antes de se tornar diácono), o de padre e o de bispo. A unção dos doentes era conhecida como "extrema unção" ou "último sacramento". Envolve a unção de um doente com um óleo sagrado abençoado especificamente para esse fim e já não está limitada aos doentes graves e aos moribundos.

Mandamentos da Igreja

#Assistir missa inteira nos domingos e dias de guarda. #:No Brasil os dias santos de guarda são: #:Santa Maria, Mãe de Deus - 01 de janeiro #:Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi) - data variável entre maio e junho: 1ª quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade #:Imaculada Conceição de Maria - 08 de dezembro #:Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo - 25 de dezembro #Confessar-se ao menos uma vez por ano. #Comungar ao menos pela Páscoa. #Jejuar e abster-se de carne quando manda a Igreja. #:Dias de jejum: quarta-feira de cinzas e sexta-feira santa. #:Dias de abstinência de carne: sextas-feiras da quaresma. #Pagar Dízimos segundo o costume.

Liturgia e Prece

Páscoa O acto de prece mais importante na Igreja Católica Romana é a liturgia Eucarística, normalmente chamada Missa. A missa é celebrada todos os domingos de manhã na maioria das paróquias Católicas Romanas; no entanto, os católicos podem cumprir as suas obrigações dominicais se forem à missa no sábado à noite. Os católicos devem também rezar missa cerca de dez dias adicionais por ano, chamados Dias Santos de Obrigação. Missas adicionais podem ser celebradas em qualquer dia do ano litúrgico, excepto na Sexta-feira Santa. Muitas igrejas têm missas diárias. A missa contemporânea é composta por duas partes principais: a Liturgia da Palavra e a Liturgia da Eucaristia. Durante a Liturgia da Palavra, são lidas em voz alta uma ou mais passagens da Bíblia, acto desempenhado por um Leitor (um leigo da igreja) ou pelo padre ou diácono. O padre ou diácono lê sempre as leituras do Evangelho e pode também ler de outras partes da Bíblia (durante a primeira, segunda, terceira, etc. leituras). Depois de concluídas as leituras, é rezada a homilia (que se assemelha ao sermão protestante) por um padre ou diácono. Nas missas rezadas aos domingos e dias de festa, é professado por todos os católicos presentes o Credo Niceno, que afirma as crenças ortodoxas do catolicismo. A Liturgia da Eucaristia inclui a oferta de pão e vinho, a Prece Eucarística, durante a qual o pão e o vinho se transformam na Carne e Sangue de Cristo, e a procissão da comunhão. O movimento de reforma litúrgica tem sido responsável nos últimos quarenta anos por uma convergência significativa das práticas predicamentais do Rito Latino com as das igrejas protestantes, afastando-as das dos outros ritos católicos, não-latinos. Uma característica dos novos pontos de vista litúrgicos tem sido um "regresso às fontes", que se diz que tem origem na redescoberta de antigos textos e práticas litúrgicas, bem como muitas práticas novas. As reformas litúrgicas pós-conciliares (pós-Vaticano II) incluem o uso da língua vernacular (local), uma maior ênfase na Liturgia da Palavra, e a clarificação do simbolismo. A característica mais visível das reformas é a postura do padre. No passado, o padre virava-se para o altar, de costas para a congregação. As reformas fizeram com que o padre se voltasse para o povo, separado dele pelo altar. Isto simboliza o desejo de que a missa se torne mais centrada nas pessoas. Há, todavia, críticos que não concordam com a natureza da mussa pós-Vaticano II (conhecida por vezes como Novus Ordo Missae). Em 2003 foi revelado que a Missa Tridentina pré-Vaticano II estava de novo a ser celebrada na Basílica de S. Pedro (embora não no altar principal) e que o Papa João Paulo II começou a celebrar Missas Tridentinas na sua capela privada no Palácio Apostólico, no Vaticano.

Variedade de Ritos

A Igreja Católica é uma federação de 24 Ritos autónomos (sui juris) em comunhão completa uns com os outros e em união com o Papa na sua qualidade de Sumo Pontífice da Igreja Universal (apelidade "Pontífice de Roma" na lei canónica). O Papa, na sua qualidade de Patriarca de Roma (ou Patriarca do Ocidente) é também o chefe da maior das Igrejas sui juris, a Igreja Latina (popularmente conhecida como "Igreja Católica Romana"). As restantes 23 Igrejas sui juris, conhecidas colectivamente como "Igrejas Católicas do Oriente", são governadas por um hierarca que ou é um Patriarca, ou um Arcebispo Principal, ou um Metropolita. A Cúria Romana administra quer as igrejas orientais, quer a igreja ocidental. Devido a este sistema, é possível que um católico esteja em comunhão completa com o Pontífice de Roma sem ser um católico romano. As Igrejas sui juris utilizam uma das seis tradições litúrgicas tradicionais (que emanam de Sés tradicionais de importância histórica), chamadas Ritos. Os ritos principais são o Romano, o Bizantino, o de Antióquia, o Alexandrino, o Caldeu e o Arménio (existem ainda dois Ritos Ocidentais menores, o Rito Ambrosiano e o Rito Moçárabe). O Rito Romano, usado pela Igreja Latina, é dominante em grande parte do mundo, e é usado pela vasta maioria dos católicos (cerca de 98%). Antigamente havia muitos ritos ocidentais menores, que foram substituídos pelo Rito Romano pelas reformas litúrgicas do Concílio de Trento. Historicamente, o Santo Sacrifício da Missa no Rito Romano (a "Missa Tridentina") era conduzido inteiramente em Latim eclesiástico, mas no Concílio Vaticano Segundo, no início dos anos 60, foi promulgada uma nova versão da Missa (Novus Ordo Missae), que é celebrada na língua vernacular (local). O serviço correspondente das Igrejas Católicas orientais, a Liturgia Divina, é conduzido em várias línguas litúrgicas, segundo o Rito e a Igreja: as Igrejas de Rito Bizantino usam o grego, o eslavónico, o árabe, o romeno e o georgiano, as igrejas de Ritos Antioquiano e Caldeu usam o siríaco, a Igreja de Rito Arménio usa o arménio e as Igrejas de Rito Alexandrino usam o copta e o ge'ez.

Ritos e Igrejas da Igreja Católica

Ritos Ocidentais
- Igreja Latina
  - Missa Tridentino
  - Rito Ambrosiano
  - Rito Galicano
  - Rito Moçárabe
  - Uso Anglicano Rito Bizantino
- Igreja Albanesa
- Igreja Católica Bizantina Bielorrussa
- Igreja Católica Búlgara
- Igreja Católica Bizantina Croata
- Igreja Católica Bizantina Eslovaca
- Igreja Católica Bizantina Georgiana
- Igreja Católica Bizantina Grega
- Igreja Católica Bizantina Húngara
- Igreja Católica Greco-Melquita
- Igreja Católica Bizantina Romena
- Igreja Católica Bizantina Russa
- Igreja Católica Bizantina Rutena
- Igreja Católica Bizantina Sérvia
- Igreja Ucraniano-Grega Católica Rito de Antióquia
- Igreja Maronita
- Igreja Siro-Malancar
- Igreja Siríaca Rito Caldeu
- Igreja Caldeia
- Igreja Siro-Malabar Rito Arménio
- Igreja Arménia Rito Alexandrino
- Igreja Copta
- Igreja Ge'ez

Catolicismo contemporâneo e fenômenos socio-comportamentais

A Igreja Católica, como muitas outras denominações cristãs, assistiu a um rápido declíneo na sua influência global na sociedade ocidental no fim do século XX. A sua estrutura de liderança exclusivamente masculina e as crenças doutrinárias rígidas em matérias relacionadas com a sexualidade humana são pouco atraentes num mundo ocidental secularizado onde a diversidade de práticas sexuais e a igualdade dos sexos são norma. A generalidade do próprio clero abraçou a ideia do secularismo e tentou diminuir a sua influência na sociedade. Em lugares onde em tempos desempenhou um papel de primeira importância, como o Quebec, a Irlanda ou a Espanha, tem hoje apenas uma fracção da anterior influência. Ao mesmo tempo, no entanto, o Catolicismo Romano vem experimentando uma dramática adesão em África e em partes da Ásia. Ao passo que em tempos os missionários ocidentais serviam como padres em igrejas africanas, em finais do século XX havia um número crescente de países ocidentais que já recrutavam padres africanos para contrabalançar a redução nas suas próprias vocações.

Católicos Não-Praticantes

Assim como vem ocorrendo com outras denominações, em algmas partes do globo há um desinteresse crescente da população com o Catolicismo. Tem-se observado esse fenômeno principalmente em partes da América e da Europa. Um reflexo desse desinteresse é uma grande massa de católicos não-praticantes em países como o Brasil e Portugal. Eles afirmam ser adeptos da religião por freqüentar cerimônias como casamentos e batizados, mas não tomam parte regularmente de ritos como a missa aos domingos. Esses católicos muitas vezes discordam dos ensinamentos morais da Igreja por estes não serem adaptados a modelos do mundo contemporâneo como o relativismo cultural, o ceticismo científico, e a liberalidade sexual. No Censo 2000 feito pelo IBGE, 40% dos que responderam ser católicos no Brasil diziam ser "não-praticantes". Em Portugal, segundo dados da própria Igreja Católica Apostólica Romana apenas 10% da população foi efectivamente a um serviço religioso no momento do Censos 2001.

Renovação Carismática no Brasil

Mais detalhes no artigo principal: Renovação Carismática Renovação Carismática, Brasil.]] A Renovação Carismática Católica (RCC) foi um movimento surgido nos EUA em 1966 e trazido ao Brasil em 1969 pelo padre Harold Hams. Esse movimento ganhou força em meados dos anos 90 e já responde sozinho por grande parte dos católicos praticantes no país. Esse movimento busca dar uma nova abordagem às formas de evangelização e renovar práticas tradicionais da religião católica. Uma das comunidades carismáticas mais conhecidas é a Canção Nova que é presidida pelo Padre Jonas Abib, a sua sede fica na cidade de Cachoeira Paulista e ela possui um canal de televisão. Outro ícone da RCC no Brasil é Padre Marcelo Rossi, fenômeno de mídia e cultura de massas surgido no final dos anos 90. Cantando, dançando e fazendo coreografias em missas lotadas e programas de televisão, ele se propõe a levar aos homens a mensagem de Cristo segundo o Catolicismo. Seu estilo já foi criticado por alguns setores da Igreja no Brasil, mas logo obteve mais respeito e aprovação. Padre Marcelo já gravou quatro discos desde 1998, aparece em programas de TV com certa regularidade, possui um programa de rádio com mais de 100.000 ouvintes em todo o país e suas missas a céu aberto na época da Páscoa atraem milhares de fiéis.

Críticas ao catolicismo

A Igreja Católica é uma entidade que tem dois milênios de história, sendo uma das instituições mais antigas do mundo contemporâneo. Historicamente, as críticas a esta Igreja já tiveram muitas formas e partiram de diversos pressupostos ao longo das gerações. Algumas vezes essas críticas tiveram grandes conseqüências, como as contestações morais e teológicas de Martinho Lutero no século XVI, que levaram ao nascimento do protestantismo. No contexto atual, as críticas tendem a centrar-se em dois pontos. Em primeiro lugar, a história dessa instituição possui episódios que, em maior ou menor grau, são vistos por muitos como injustos e em contradição com a mensagem cristã que a fundamenta. Um outro aspecto importante é que muitos dos conceitos e modelos de comportamento adotados na sociedade atual parecem estar se distanciando de seus ensinamentos (ou em oposição a eles). Tal distanciamento é notável em temas como bioética, sexualidade, matrimônio, a aplicação da pena de morte, entre outros. O fato de já ter havido graves erros por parte de membros da Igreja algo é reconhecido pela própria instituição, que no contexto do Jubileu dos anos 2000 pediu perdão por atos desse tipo praticados no passado. Por outro lado, certas críticas podem revelar-se como exageros ou mitos criados com motivações diversas. Para uma visão detalhada dessas e outras questões, consulte o artigo principal.

Referências


- Eamon Duffy, Saints and Sinners: A History of the Popes (Yale Nota Bene, 2002). ISBN 0300091656

Notas

1 As primeiras listas de papas diziam que o primeiro papa foi São Lino. Eamon Duffy, Saints and Sinners: A History of the Popes (Yale Nota Bene, 2002) Apêndice A.

Leituras Adicionais


- Catechism of the Catholic Church - Tradução inglesa (Libreria Editrice Vaticana, 2000). ISBN 1574551108 [http://www.vatican.va/archive/catechism/ccc_toc.htm]
- H. W. Crocker III, Triumph - The Power and the Glory of the Catholic Church: A 2,000-Year History (Prima Publishing, 2001). ISBN 0761529241

Ligações externas


- [http://www.bibliacatolica.com.br Bíblia Católica «On Line»] Bíblia em várias línguas, incluindo português, grego e latim.
- [http://www.vatican.va/ A Santa Sé - O site oficial do Vaticano]
- [http://www.ecclesia.pt/ Igreja Católica em Portugal]
- [http://www.cnbb.org.br/ CNBB] -- Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
- [http://www.buscacatolica.com.br/ Busca Católica]
- [http://www.christusrex.org/www1/CDHN/ccc.html Catecismo da Igreja Católica]
- [http://www.ziplink.net/cgi-bin/cgiwrap/kerygma/a.pl Motor de busca tópico para o catecismo]
- [http://www.newadvent.org New Advent (newadvent.org)]
- [http://www.catholic.com Catholic Answers (catholic.com)]
- [http://www.catholic.org/ Catholic Online] -- Muitos recursos online católicos
- [http://www.catholic-hierarchy.org/ The Hierarchy of the Catholic Church] -- Informação actual e histórica sobre os bispos e dioceses da igreja
- [http://fr.wikikto.org WikiKto, a encyclopédia catholica libre] categoria:cristianismo categoria:Catolicismo ja:カトリック教会

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Bobby Schindler

Theresa Marie "Terri" Schiavo (December 3, 1963March 31, 2005) was a woman from St. Petersburg, Florida whose unusual medical and family circumstances and attendant legal battles fueled intense media attention and led to several high-profile court decisions and involvement by prominent politicians and interest groups. Schiavo experienced cardiac arrest and collapsed in her home in early 1990, incurring massive brain damage. She remained in a coma for ten weeks. Within three years, she was diagnosed to be in a persistent vegetative state (PVS) with little chance of recovery. persistent vegetative stateive actions.]] persistent vegetative state Beginning in 1998, Schiavo's husband and guardian Michael Schiavo petitioned the courts to remove the gastric feeding tube keeping Schiavo alive; Schiavo's parents Robert and Mary Schindler fought a series of legal battles opposing Michael. The courts consistently found that Schiavo was in a PVS and had made credible statements that she would not want to be kept alive on a machine. By March 2005, the legal history around the Schiavo case included fourteen appeals and innumerable motions, petitions, and hearings in the Florida courts; five suits in Federal District Court; Florida legislation struck down by the Supreme Court of Florida; a subpoena by a congressional committee in an attempt to qualify Schiavo for "witness protection"; federal legislation (Palm Sunday Compromise); and four denials of certiorari from the Supreme Court of the United States. Despite these interventions, the courts continued to find that Schiavo was in a PVS with no hope for recovery, and would want to cease life support. Her feeding tube was removed a third and final time on March 18, 2005. She died at a Pinellas Park, Florida hospice on March 31, 2005, at the age of 41.

Early life

Schiavo grew up in the Huntingdon Valley area of Lower Moreland Township, Pennsylvania, a suburb of Philadelphia, Pennsylvania, as the eldest of three children of Robert and Mary Schindler. Her younger siblings were Robert Jr. (Bobby) and Suzanne Vitadamo. By her senior year in high school, Schiavo was overweight, with a height of 5 feet, 3 inches (160 cm) and a weight of around 200 pounds (90 kg). She went on a NutriSystem diet and lost about 55 pounds (25 kg). She may have developed an eating disorder around this time. In 1981, she graduated from Archbishop Wood Catholic High School, a private school in nearby Warminster Township, Pennsylvania. She met Michael Schiavo in 1982 in a sociology class at Bucks County Community College in Newtown, Bucks County, Pennsylvania. He was her first boyfriend. After dating for five months, the couple became engaged. They were married on November 10, 1984, at Our Lady of Good Counsel Church in Southampton, Pennsylvania. They moved to St. Petersburg, Florida, in April 1986. Schiavo's parents also moved to St. Petersburg three months later. In Florida, she worked as an insurance claims clerk for the Prudential insurance company, and Michael was a restaurant manager. In 1989, the Schiavos began visiting an obstetrician and receiving fertility services and counseling in the hopes of having a child. At this time Schiavo's weight had dropped to 120 pounds, and she had stopped menstruating. The physician who examined her did not take a complete medical history, which might have indicated an eating disorder.

Initial medical crisis

On the morning of February 25, 1990, at approximately 5:30 a.m. EST, Schiavo experienced cardiac arrest and collapsed in the hallway of their St. Petersburg apartment. Firefighters and paramedics arriving in response to Michael's 9-1-1 call found her face down and unconscious in the hallway outside her bathroom. She was not breathing and had no pulse. Attempts were made to resuscitate Schiavo, and she was defibrillated several times while she was transported to the Humana Northside Hospital. There, in order to keep her alive, she was intubated, ventilated, and eventually given a tracheotomy. She remained comatose for two and a half months. When she emerged from the coma, she never exhibited any evidence of higher cortical function. The long period of anoxia she sustained had led to profound brain injury (termed "anoxic-ischemic encephalopathy"), severely damaging those parts of the brain concerned with cognition, perception, and awareness. While initially fed by means of a nasogastric feeding tube, she eventually received a percutaneous endoscopic gastrostomy (PEG) feeding tube—inserted through the abdominal wall. The cause of her cardiac arrest has never been determined. For a time, it was believed that her cardiac arrest had been caused by an imbalance of electrolytes in her blood. On admission to hospital, her serum potassium level was noted to be very low, at 2.0 mEq/L; the normal range for adults is 3.5–5.0 mEq/L. It was speculated that her low potassium level had in turn been caused by an eating disorder; her medical chart contained a note that "she apparently has been trying to keep her weight down with dieting by herself, drinking liquids most of the time during the day and drinking about 10–15 glasses of iced tea". However, there has never been any hard evidence that Schiavo had an eating disorder, and the low potassium could have been a spurious result caused by the intravascular administration of fluids during the attempt to resuscitate her.

Rehabilitation efforts and the malpractice suit

Schiavo came home to her family in September; however, after becoming overwhelmed with her needs, the family sent her back to the College Park facility. In November, Michael took her to the University of California, San Francisco for an experimental procedure involving the placement of a thalamic stimulator implant in her brain. The experimental treatment took several months but was unsuccessful. Michael returned to Florida with her in January 1991 and admitted her to the Mediplex Rehabilitation Center (specializing in brain injuries) in Bradenton, Florida, often "taking her to parks and public places in hopes of sparking some recovery". There she received 24-hour care. On July 19 1991, Schiavo was transferred to the Sable Palms Skilled Care Facility, where she received neurological testing and regular speech and occupational therapy until 1994. Two and a half months after her cardiac arrest, Schiavo emerged from her coma and entered a condition that was diagnosed as a persistent vegetative state (PVS). Schiavo regained a sleep-wake cycle, but never exhibited repeatable and consistent awareness of herself or environment. Dr. Garcia J. DeSousa, a board-certified neurologist in St. Petersburg, Florida, cared for Schiavo during her initial admission to hospital; both he and Dr. Victor Gambone, an internist and Schiavo family physician, independently made the diagnosis within approximately one year after Schiavo's cardiac arrest. Other neurologists—Drs. Jeffery M. Karp, James H. Barnhill, and Thomas H. Harrison—also examined Schiavo over the years and made the same diagnosis; they also shared a very poor opinion about her chances for recovery. No dissent regarding Schiavo's condition or the PVS diagnosis was raised by any parties at this point. From 1990 to 1993, Michael and the Schindlers enjoyed an amicable relationship. The Schindlers even allowed Michael to live rent free in their condominium for several months. During this time, the Schindlers actively encouraged Michael to "get on with his life". He was encouraged by the Schindlers to date, and he introduced his in-law family to women he was dating. On June 18, 1990, the court appointed Michael Schiavo as Terri's legal guardian; this appointment was not disputed by the Schindlers at the time. In 1992, Michael, on behalf of his wife and himself, brought a medical malpractice lawsuit against G. Stephen Igel, the obstetrician who had been treating Schiavo for infertility, claiming that his failure to test for an eating disorder had led to her current condition. During the trial, at least one of Schiavo's friends testified that they believed she was bulimic because after meals out, she always immediately excused herself to go to the bathroom. Michael also said that he had noticed some peculiar eating habits (such as drinking about a gallon of iced tea a day, eating a huge omelette or practically all of a pizza on Sundays) but had received no indication that she had any kind of psychological problem or eating disorder. At the conclusion of the trial, the jury found for the Schiavos and awarded Mrs. Schiavo $1,600,000 in damages and Michael $600,000 for loss of consortium. While on appeal, the case was settled (May 1992) for $700,000 and $300,000, respectively. The court placed Mrs. Schiavo's award in a trust fund, which was controlled by a third party and covered her medical and legal expenses. During the malpractice trial, Michael testified that he began studying nursing at St. Petersburg College around 1991. When asked why, he explained: :"Because I enjoy it and I want to learn more how to take care of Terri.... I see myself hopefully finishing school and taking care of my wife. ... I want to bring my wife home. ... I married my wife because I love her and I want to spend the rest of my life with her. I'm going to do that." Eventually, he became a respiratory therapist and emergency room nurse.

"Do-not-resuscitate" order

In March 1994, after more than three years of trying both established and experimental therapies, Michael, according to guardian ad litem Wolfson, came to terms with his doctors' diagnosis of an irreversible persistent vegetative state, and transferred his wife to a Largo, Florida nursing home. In early 1994 she contracted a urinary tract infection and Michael, in consultation with his wife's physician, halted most therapy for his wife and entered a "Do Not Resuscitate" (DNR) order. He later rescinded this after the Schindlers and the nursing home protested. Jay Wolfson (Schiavo's third guardian ad litem) later wrote in his report that: :Michael's decision not to treat was based upon discussions and consultation with Theresa's doctor, and was predicated on his reasoned belief that there was no longer any hope for Theresa's recovery. It had taken Michael more than three years to accommodate this reality and he was beginning to accept the idea of allowing Theresa to die naturally rather than remain in the noncognitive, vegetative state.

Petition to remove feeding tube

In May 1998, Michael filed a petition to remove Schiavo's feeding tube, which her parents opposed. Richard Pearse was appointed by the court as a second guardian ad litem, and on December 29, 1998, reported "Dr. [Jeffrey] Karp's opinion of the ward's condition and prognosis is substantially shared among those physicians who have recently been involved in her treatment". Pearse concluded from Karp's and Dr. Vincent Gambone's diagnosis of PVS that Schiavo was legally in a persistent vegetative state as defined by Florida Statutes, Title XLIV, Chapter 765, §101(12): :(12) "Persistent vegetative state" means a permanent and irreversible condition of unconsciousness in which there is: ::(a) The absence of voluntary action or cognitive behavior of any kind. ::(b) An inability to communicate or interact purposefully with the environment. Pearse found that there was no possibility of improvement but that Michael's decisions might have been influenced by the potential to inherit what remained of Schiavo's estate. Due to a lack of a living will and questions regarding Michael's credibility, Pearse recommended denying his petition to remove her feeding tube. The issue of conflict of interest raised by guardian ad litem Pearse attached to the Schindlers as well, he reported, since, had they prevailed in the various litigation over guardianship, they as the presumed heirs-at-law would have inherited the remainder of Mrs. Schiavo's estate upon her death.

Schiavo's end-of-life wishes – Schiavo I

Schiavo did not have a living will; therefore a trial was held during the week of January 24, 2000, to determine what her wishes would have been regarding life-prolonging procedures. Arguments from both sides of the issue were heard, with testimony from eighteen witnesses regarding her medical condition and her end-of-life wishes. Michael claimed that Schiavo would not want to be kept on a machine with no hope for recovery. Her parents claimed that Schiavo was a devout Roman Catholic who would not wish to violate the Church's teachings on euthanasia by refusing nutrition and hydration. Judge George Greer issued his order granting Michael’s petition for authorization to discontinue artificial life support for his wife in February 2000. In this decision, the court found that Schiavo was in a persistent vegetative state and that she had made reliable oral declarations that she would have wanted the feeding tube removed. This decision was upheld by the Florida Second District Court of Appeal (or "2nd DCA") and came to be known by the court as Schiavo I in its later rulings.

Oral feeding and the Second Guardianship Challenge

In early March of 2000, the Schindlers filed a motion to permit oral feeding of Schiavo, which is not considered a life-prolonging procedure under Florida law. Since clinical records indicated that Schiavo was not responsive to swallowing tests and required a feeding tube, Judge Greer ruled that Schiavo was not capable of orally ingesting sufficient nutrition and hydration to sustain life, and denied the request. The Medical Examiner in his report was more definitive and concluded that Schiavo could not have swallowed and thus could not have received sufficient nutrition or hydration by mouth to sustain life. In 2000, the Schindlers again challenged Michael's guardianship. Their new evidence cited that he had relationships with other women and that he had allegedly failed to provide appropriate (palliative bullet 17) care and treatment for Theresa. The Schindlers further suggested that he was wasting the assets within the guardianship account by transferring Schiavo to Pinellas Park, Florida hospice "after it was clear that she was not 'terminal' within Medicare guidelines" for hospices bullet 31). By this time, while still legally married to Terri Schiavo, Michael was in a relationship with Jodi Centonze, and had fathered their first child. Michael denied wrongdoing, stating that the Schindlers had actively encouraged him to "get on with his life" and date since 1991. Michael said he chose not to divorce his wife and relinquish guardianship because he wanted to ensure her final wishes (to not be kept alive in a PVS) were carried out. The court denied the motion to remove the guardian, allowing that the evidence was not sufficient and in some instances, not relevant. It set April 24, 2001 as the date on which the tube was to be removed.

Three appeals – Schiavo II

In April, 2001, the Schindlers filed a motion for relief from judgment citing new evidence of their daughter's wishes. Judge Greer denied the motion as untimely under Rule 1.540(b)(5) of the Florida Rules of Civil Procedure. (Page 65 of this 146-page document) The 2nd DCA upheld Greer's decision but remanded the issue in order to give the Schindlers an opportunity to file a new motion. At about the same time, the Schindlers filed an action against Michael, which was assigned to another court. The judge, Frank Quesada, issued an injunction against removal of feeding tube. On appeal by Michael, the 2nd DCA reversed Judge Quesada's order. Also in the same time frame, Michael filed a motion to enforce mandate of the guardianship court (that the feeding tube be removed). The 2nd DCA denied the motion. (These three decisions, all published in a single order by Florida's Second District Court of Appeal , came to be known by the court as Schiavo II in its later rulings.)

Challenging the PVS diagnosis – Schiavo III

After the failure of challenges to Michael's guardianship and to the ruling on Schiavo's end-of-life wishes, the Schindlers adopted the position that Schiavo was not in a PVS and began to challenge that diagnosis in court. Schiavo's parents claim that their daughter did not meet the definition of a persistent vegetative state, and was in a "minimally conscious state" instead. Her parents argued that at times her actions were indicative of responses to external stimuli, not reflex or instinctive behavior. For example, the Schindlers claimed that their daughter smiled, laughed, cried, moved, made childlike attempts at speech, and attempted to say "Mom" or "Dad"; or "yeah" when they asked her a question. They claimed that when they kissed her she looked at them and sometimes puckered her lips. On August 10, 2001, on remand from the 2nd DCA, Judge Greer heard a motion from the Schindlers claiming that new medical treatment could restore sufficient cognitive ability that Schiavo herself would decide to continue life-prolonging measures. The court also heard motions from the Schindlers to remove the guardian (Michael) and to require Judge Greer to recuse himself. Judge Greer denied the motions and the Schindlers appealed to the 2nd DCA. On October 17, the Court of Appeal affirmed the denials of the motions to remove and recuse. The Court of Appeals acknowledged that their opinion misled the trial court, and they remanded the question of Schiavo's wishes back to the trial court and required an evidentiary hearing to be held. The court specified that five board certified neurologists were to testify. The Schindlers were allowed to choose two doctors to present findings at an evidentiary hearing while Michael could introduce two rebuttal experts. Finally, the trial court itself would appoint a new independent physician to examine and evaluate Schiavo's condition. (These decisions, all published in a single order by the Florida Second District Court of Appeal, came to be known by the court as Schiavo III in its later rulings.)

PVS diagnosis ruling – Schiavo IV

October 17 In October 2002, on remand by the Second District Court of Appeal, an evidentiary hearing was held in Judge Greer's court to determine whether new therapy treatments could help Schiavo restore any cognitive function. In preparation for the trial, a new computed axial tomography scan (CAT scan) was performed, which showed severe cerebral atrophy. An EEG showed no measurable brain activity. The court viewed a six-hour tape of Schiavo and concluded that her vegetative condition was factual and not subject to legal dispute. In accordance with the 2nd DCA's instructions, five doctors were selected to provide their expert testimony to the trial: two by Schiavo's parents, two by Michael, and one to have been selected by mutual agreement of the parties:
- The Schindler family selected Dr. William Maxfield (their family doctor, who was a radiologist) and Dr. William Hammesfahr (a neurologist).
- Michael Schiavo selected Dr. Ronald Cranford and Dr. Melvin Greer (both neurologists).
- The parties having failed to agree, the court selected Dr. Peter Bambakidis (a neurologist). These five doctors examined Schiavo's medical records, brain scans, the videos, and Schiavo herself. Drs. Cranford, Greer, and Bambakidis testified that Schiavo was in a persistent vegetative state. Drs. Maxfield and Hammesfahr testified that she was in a minimally conscious state. As part of the court ordered medical exam, six hours of video of Schiavo were taped and filed at the Pinellas County courthouse. The tape included Schiavo with her mother and neurologist William Hammesfahr. The entire tape was viewed by Judge Greer, who wrote, Schiavo "clearly does not consistently respond to her mother". From that six hours of video, the Schindlers and their supporters produced six clips totaling almost six minutes and released those clips to public websites. Judge Greer ruled that Schiavo was in a PVS, and was beyond hope of significant improvement. The trial court order was particularly critical of Hammesfahr's testimony which claimed positive results in similar cases by use of vasodilation therapy, the success of which is unsupported in the medical literature. This ruling was later affirmed by Florida's 2nd District Court of Appeal, which stated that "this court has closely examined all of the evidence in the record," and "we have...carefully observ[ed] the video tapes in their entirety." The court concluded that "...if we were called upon to review the guardianship court's decision de novo, we would still affirm it." (This decision by the 2nd DCA came to be known as Schiavo IV in later rulings.)

2003 petition

On September 11, 2003, the Schindlers petitioned the court to forestall removal of the feeding tube to provide for "eight weeks' therapy." Accompanying the petition were four affidavits from members of the Schindler family and one from Dr. Alexander T. Gimon. At the hearing the Schindlers' counsel read into the record additional affidavits from three speech professionals and two nurses. One of the nurses, Carla Sauer Iyer claimed in her affidavit that her initial training in 1996 consisted solely of the instruction, "do what Michael Schiavo tells you or you're terminated." She also claimed that Michael said "When is that bitch gonna die?" and that he made many other similar statements. She stated that on five different occasions, she tested Schiavo's blood sugar levels after Michael visited her, and she found that her blood sugar levels were so low it wouldn't even register a number. She stated that it was medically possible that Michael injected his wife with insulin in an attempt to kill her. Iyer stated that standing orders were not to contact the Schindler family, but that she "would call them anyway." Iyer stated that she eventually called the police and was fired the next day. On September 17, Judge Greer denied the petition, and wrote that "the Petition is an attempt by Mr. and Mrs. Schindler to relitigate the entire case. It is not even a veiled or disguised attempt. The exhibits relied upon by them clearly demonstrate this to be true." Regarding Iyer's claims, Greer wrote that they were "incredible to say the least" and that "Ms. Iyer details what amounts to a 15-month cover-up [April 1995 through July 1996] which include the staff of Palm Garden of Largo Convalescent Center, the Guardian of the Person, the guardian ad litem, the medical professionals, the police and, believe it or not, Mr. and Mrs. Schindler...It is impossible to believe that Mr. and Mrs. Schindler would not have subpoenaed Ms. Iyer for the January 2000 evidentiary hearing had Iyer contacted them [in 1996] as her affidavit alleges." (Direct quote from pages 5 & 6 of this 9-page Order)

Terri's Law and the Wolfson Report

On October 15, 2003, Schiavo's feeding tube was removed. Six days later, following the passing of "Terri's Law", Florida Governor Jeb Bush sent armed men to remove Schiavo from the hospice. She was taken to a hospital, where her feeding tube was surgically reinserted. (8th paragraph from the bottom of news story) Part of the legislation required the appointment of a guardian ad litem, Dr. Jay Wolfson, to "deduce and represent the best wishes and best interests" of Schiavo, and report them to Governor Bush. Wolfson visited Schiavo at least daily over the course of a month. In December, 2003, he submitted his report, referring to himself in the third person as "the GAL". His central finding was: "The GAL was not able to independently determine that there were consistent, repetitive, intentional, reproducible interactive and aware activities." He notes further, that when joined by her parents no success was gained in eliciting a repetitive or consistent response from Schiavo. In examining medical records and consultations surrounding the case, Wolfson concluded: "(that there is) well documented information that she is in a persistent vegetative state with no likelihood of improvement, and that the neurological and speech pathology evidence in the file support the contention that she cannot take oral nutrition or hydration and cannot consciously interact with her environment." He observed further that while there appeared to be agreement about Schiavo and PVS: "the Schindlers have adopted what appears to be a position that Theresa is not in a persistent vegetative state, and/or that they do not support the fact that such a medical state exists at all." Wolfson addressed two criticisms that media attention had affixed to the Schindlers and Michael Schiavo, respectively. That the Schindlers would keep their daughter alive to the point of her "limbs being amputated," was not accurate according to Wolfson. Of suggestions that Michael Schiavo refused to relinquish his guardianship because of financial interests or to cover up previous abuse, Wolfson reported that "there is no evidence in the record to substantiate any of these perceptions or allegations." In addressing the issue of law surrounding the case, Wolfson concluded "that the trier of fact and the evidence that served as the basis for the decisions regarding Theresa Schiavo were firmly grounded within Florida statutory and case law, which clearly and unequivocally provide for the removal of artificial nutrition in cases of persistent vegetative states."

Oral feeding II

On February 23, 2005, the Schindlers filed a motion for relief from judgement pending medical evaluations The Schindlers wanted Schiavo to be tested with an fMRI and given a swallowing therapy called VitalStim. The motion was accompanied by thirty-three affidavits from doctors in several specialties, speech pathologists and therapists, and a few neuropsychologists, all urging that new tests be undertaken. Pat Anderson, the Schindler family attorney, still held out hope "that Terri might be able to take nourishment orally, despite past findings that she is incapable" . Judge Greer formally denied the motion and ordered the "removal of nutrition and hydration from the ward" . Anderson argued that Greer did not specify "artificial nutrition and hydration" versus "oral nutrition and hydration" and stated that "the withholding of food and water...was not ordered by the Court but by Michael Schiavo." In his order, Greer also set a time and date for the removal of the feeding tube: "1:00 p.m. on Friday, March 18, 2005." On February 28, the Schindlers filed a motion, asking for permission to attempt to provide Schiavo with "Food and Water by Natural Means." This second motion asked for permission to "attempt to feed" Schiavo by mouth. Judge Greer denied the second motion on March 8, saying "it has become clear that the [second] motion is part and parcel of [the previous] motion on medical evaluations. The same declarations are being used for both motions and the motion appears to be an alternative pleading to the [previous] motion. Both are asking for an experimental procedure." The following day, Greer denied the first motion as well, citing that an affiant doctor for Michael cautioned that fMRI was an experimental procedure that should be conducted in an academic setting, because Schiavo had already undergone swallowing tests and failed, and because VitalStim had only been performed on patients who were not in a PVS. Greer noted that "[m]ost of the doctor affidavits submitted are based on their understanding of Schiavo's condition from news reports or video clips they have seen. Many are obviously not aware of the medical exams undertaken for the 2002 trial..." No stay was granted by the appellate courts, and on March 18, 2005, Schiavo's feeding tube was removed the third and final time.

Government involvement

Both the state government of Florida and the U.S. Congress made use of extraordinary measures to support the Schindlers. Earlier, in October of 2003, when the Schindlers' final appeal was exhausted, the Florida Legislature passed "Terri's Law," giving Governor Jeb Bush the authority to intervene in the case. Bush immediately ordered the feeding tube reinserted. Michael Schiavo opposed the Governor's intervention, and was represented, in part, by the ACLU. At the same time, Robert and Mary Schindler, Terri's parents attempted to intervene and participate in the "Terri's Law" case but were denied by Judge W. Douglas Baird, a Circuit Judge in the Florida [http://www.jud6.org 6th Circuit], the same circuit as for Judge George W. Greer. They appealed, and, on February 13, the Florida Second District Court of Appeal (2nd DCA) reversed Baird's ruling, allowing them to participate. On March 17, Baird denied the Schindlers the right to intervene a 2nd time, and the Schindlers, represented by the conservative American Center for Law and Justice (ACLJ), appealed the right to participate in the "Terri's Law" case, with the court scheduling an oral argument date for June 14. The Schindlers' other attorney, Pat Anderson, was concurrently challenging Michael Schiavo's right to be Terri's guardian, and, on June 16, she made a petition for writ of Quo Warranto, a pleading that asks "by what right" someone acts in an official capacity. On May 5, 2004, Baird found "Terri's Law" unconstitutional, and struck it down. Bush appealed this order to the 2nd DCA, but, on May 12, they issued an "Order Relinquishing Case for Entry of Final Judgment and Order to Show Cause Why this Proceeding Should Not be Certified to the Supreme Court As Requiring Immediate Resolution." (Pgs 6 & 7) The 2nd DCA, in sending it directly to the Florida's Supreme Court, invoked "pass through" jurisdiction. The Florida Supreme Court then overturned the law as unconstitutional. However, following Greer's order on March 18, 2005 to remove the feeding tube, Republicans in the United States Congress subpoenaed both Michael and Terri Schiavo to testify at a congressional hearing. It is contempt of Congress to prevent or discourage congressional witnesses from testifying. The purpose of the subpoenas was thus to postpone the feeding tube removal. Greer told congressional attorneys, "I have had no cogent reason why the (congressional) committee should intervene." He also stated that last-minute action by Congress does not invalidate years of court rulings. Although Senate Majority Leader Bill Frist, Senator Rick Santorum, and Representative Tom Delay, brought the possibility of sanctioning Greer on charges of contempt of Congress, Congress did not attempt to enforce the subpoenas or take any action against Greer.

Palm Sunday Compromise

Governor Bush and Congressional Republicans anticipated Greer's adverse ruling well before it was delivered and worked on a daily basis to find an alternative means of overturning the legal process by utilizing the authority of the United States Congress. On March 20, 2005, the Senate (with only three members present) passed their version of the resolution, followed by the House of Representatives, which came to be called the "Palm Sunday Compromise" (S-686), transferring jurisdiction of the Schiavo case to the federal courts. The bill passed the House on March 21 at 12:41 a.m. EST. President Bush flew to Washington D.C. from his vacation in Texas in order to sign the bill into law at 1:11 a.m. EST. As in the state courts, all of the Schindlers' federal petitions and appeals were denied, and the U.S. Supreme Court declined to grant certiorari, effectively ending the Schindlers' legal options. At the same time, the so-called Schiavo memo surfaced, causing a political firestorm. The memo was written by Brian Darling, the legal counsel to Florida Republican senator Mel Martinez. It suggested the Schiavo case offered "a great political issue" that would appeal to the party's base (core supporters) and could be used against Senator Bill Nelson, a Democrat from Florida who is up for reelection in 2006, because he had refused to co-sponsor the bill. On March 24, 2005, Greer denied a petition for intervention by the Department of Children & Families (DCF) and signed an order forbidding the department from "taking possession of Theresa Marie Schiavo or removing her" from the hospice and directed "each and every and singular sheriff of the state of Florida" to enforce his order. The order was appealed to the 2nd DCA the following day, which resulted in an automatic stay under state law. While the stay was in effect, Florida Department of Law Enforcement personnel prepared to take custody of Terri and transfer her to a local hospital for reinsertion of the feeding tube. Once Greer was made aware of the stay, he ordered it lifted and all parties stood down. Governor Bush decided to obey the court order despite enormous pressure from the political right. If Bush (or the Florida Legislature) had ignored Greer's order by attempting to remove Schiavo from the hospice, a confrontation between the Pinellas Park Police Department and the FDLE agents could have ensued. In jest, one official said local police discussed "...whether we had enough officers to hold off the National Guard."

Last Rites

On Mar