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Etrusco

Etrusco

Os Etruscos eram um aglomerado de povos que viveram na Itália na região a sul do rio Arno e a norte do Tibre, então denominada Etrúria e mais ou menos equivalente à actual Toscana, com partes no Lácio e a Úmbria. Desconhece-se ao certo quando é que os Etruscos se instalaram aí, mas foi provavelmente entre os anos 1200 e 700 a.C.. Nos tempos antigos, o historiador Heródoto pensava que os Etruscos eram originários da Grécia, mas outros escritores posteriores consideram-nos italianos. A sua língua, que utilizava um alfabeto aparentado com o grego, era diferente de todas as outras e ainda não foi decifrada, e a religião era diferente tanto da grega como da romana. A Etrúria era composta por uma dúzia de cidades-estados (Volterra, Fiesole, Arezzo, Cortona, Perugia, Chiusi, Todi, Orvieto, Veio, Tarquinia, etc.), cidades altamente civilizadas que tiveram grande influência sobre os Romanos. Os últimos três reis de Roma, antes da criação da república em 509 a.C., eram etruscos. Verificaram-se prolongadas lutas entre a Etrúria e Roma, terminando com a vitória desta última nos anos 200 a.C..


- Arte etrusca Categoria:Povos da Antigüidade ja:エトルリア

Itália

A Itália é um país europeu, localizado no sul do continente, ocupando a quase totalidade da Península Itálica, mais as ilhas da Sardenha e Sicília. A capital da Itália é Roma, que é também a maior cidade do país. A fundação do moderno Estado italiano data da Unificação, completada em 1870.

História

O nome Itália vêm da Roma antiga. Os romanos chamavam o sul da península italiana de Italia, que significa "terra de bois" ou "terra de pastos". Itália influenciou bastante o desenvolvimento cultural e social de toda a Europa mediterrânea, bem como teve muita influência sobre a cultura européia. Importantes culturas e civilizações existitam no país desde tempos pré-históricos. Importantes civilizações incluem a Magna Graecia e a civilização etrusca, que dominaram esta parte do mundo durante séculos, e especialmente o Império Romano, que estendeu seus limites sobre a maior parte do continente europeu, o norte da África e o Oriente Médio. Após a queda do Império Romano do Ocidente em 476, a província italiana foi governada por uma série de reis bárbaros, até o século VI, quando os Estados Papais foram criados, com a capital em Roma, sob o comando da Igreja católica Em 776, a Lombardia foi conquistada por Carlos Magno, que foi coroado imperador da Lombardia e do Sacro Império Romano-Germânico em 800, pelo Papa Leão III. A partir de do século X, as cidades do norte da atual Itália passaram a ficar mais independentes entre si, tornando-se centros econômicos e políticos importantes. Elas tornaram-se cidades-estados, ao longo da Idade Média e do Renascimento, exerceriam grande influência sobre o panorama cultural e econômico do continente europeu. San Marino é um remanescente dessas cidades-estados. A Itália tornou-se uma nação unida em 17 de março de 1861, quando a maior parte das cidades-estados foram unidas sobre o comando do Rei Vítor Emanuel II, do Piemonte. Os arquitetos da Unificação italiana foram o Conde de Cavour, o ministro-chefe de Vitor Emanuel, e Giuseppe Garibaldi, um general e herói italiano. Roma ficaria sob o comando do Papado por mais uma década até 20 de setembro de 1870. O Vaticano é um país independente, um enclave totalmente cercado pela cidade de Roma, e um remanescente dos antigos Estados Papais. O governo ditadorial de Benito Mussolini, em 1922, culminou com uma aliança com a Alemanha e o Japão, e a consequente formação do Eixo, que levaria à derrota italiana na segunda guerra mundial. Em 2 de junho de 1946, um referendo resultou na abolição da monarquia, e a instalação de uma república, que culminou com a adoção de uma nova constituição em 1 de janeiro de 1948. A Itália foi um membro fundador da OTAN, fundada em 4 de abril de 1949, e da União Européia, criada entre 1952 e 1958. Em 14 de dezembro de 1955, a Itália tornou-se um membro da Organização das Nações Unidas. O país, desde então, juntou-se à crescente unificação econômica e política da Europa Ocidental. Um exemplo disto foi a introdução do Euro como moeda oficial do país, em 1999, substituíndo a antiga Lira italiana.

Política

A Constituição italiana de 1948 estabeleceu um parlamento bicameral, que consiste de uma Câmera dos Deputados (Camera dei Deputati) e de um Senado (Senato della Repubblica) bem como um sistema judiciário; e um sistema executivo composto de de um Conselho de Ministros (Consiglio dei ministri), liderado pelo primeiro-ministro (Presidente del consiglio dei ministri). O presidente da república (Presidente della Repubblica) é eleito para mandatos de 7 anos de duração pelo parlamento, juntamente com um certo número de delegados regionais. O presidente escolhe o primeiro-ministro, e este proõe os outros ministros, que são aprovados pelo presidente. O Conselho de Ministros precisam ter apoio (Fiducia - confiança) de ambas as casas do parlamento. Os deputados que são eleitos para o parlamento são eleitos diretamente pela população. De acordo com a legislação italiana de 1993, a Itália tem membros únicos de cada distrito do país, para 75% dos postos no parlamento. Os outros 25% dos postos parlamentares são distribuídos regularmente. A Câmara dos Deputados possui oficialmente 630 membros (mas de fato, são apenas 619 depois das eleições italianas de 2001). O Senado é composto por 315 senadores, eleitos pelo voto popular, bem como ex-presidentes e outras pessoas (não mais que cinco), indicadas pelo presidente da república, de acordo com provisões constitucionais especiais. Ambas as Câmaras de deputados e o senado são eleitos para um mandato de no máximo cinco anos de duração, mas elas podem ser dissolvidas antes do término do mandato. Leis podem ser criadas na Câmara de deputados ou no Senado, e para serem aprovadas, precisam da maioria em ambas as Câmaras. O sistema judiciário italiano é baseado nas leis romanas, modificadas pelo Código Napoleônico e outros estatutos adicionados posteriomente. Há também uma corte constitucional (Corte Costituzionale), uma inovação pós-segunda guerra mundial.

Subdivisões

A Itália divide-se em regiões, cada uma envolvendo uma ou várias províncias que por sua vez estão divididas em comunas.

Geografia

comunas A maior parte da Itália está localizada na Península Itálica, no continente europeu, e onde dois enclaves independentes estão localizados: a República de San Marino e o Vaticano. As ilhas de Sicília e Sardenha também fazem parte da Itália. A Itália limita-se ao norte com Suíça e com Áustria, a leste com a Eslovénia, com o Mar Adriático (através do qual contacta também com a Croácia, Sérvia e Montenegro (antiga Jugoslávia), Albânia, e com o Mar Jónico, que a separa da Grécia. A Itália limita-se a sul com o Mar Mediterrâneo (incluindo o Canal de Malta que separa a Sicília de Malta), com o Mar Tirreno e com o Mar da Ligúria (ambos separando o território peninsular das ilhas da Sicília e Sardenha e da ilha francesa da Córsega). Finalmente, a Itália limita-se ao oeste com a França. O terreno italiano é bastante acidentado, com os Apeninos formando o esqueleto central da península. O ponto mais alto do Itália é o Mont Blanc, com seus 4,810 metros, mas dois vulcões estão mais associados com o país: o Monte Etna, na Sicília, e o Monte Vesúvio, perto de Nápoles.

Economia

A economia italiana é altamente diversificada, possuíndo um rendimento total e per-capita mais ou menos igual ao da França ou do Reino Unido. Esta economia capitalista permanece dividida entre um norte altamente industrializado e desenvolvido, dominado por empresas privadas; e um sul dependente da agricultura, e menos desenvolvido, com uma taxa de desemprego de 20%. Por comparação com os vizinhos da Europa Ocidental, tem um grande número de Pequenas e Médias Empresas PMEs. A maior parte das matérias-primas necessárias à indústria e mais de 75% da energia são importadas. Durante a última década, a Itália seguiu uma política fiscal apertada a fim de comprir os critérios da União Económica e Monetária e beneficiou de taxas de juros e de inflação mais baixas, levando à adesão ao Euro desde o início, em 1999. A performance económica de Itália tem vindo a atrasar-se em relação aos seus parceiros da UE, e o actual governo pôs em prática numerosas reformas de curto prazo destinadas a aumentar a competitividade e o crescimento a longo prazo da economia. Apesar disso, tem andado devagar na implementação de reformas estruturais consideradas necessárias pelos economistas neoliberais, como a diminuição dos impostos, a flexibilização das leis que regem o mercado de trabalho e a reforma do sistema de pensões por causa do abrandamento económico em curso e da oposição dos sindicatos.
- Lista de empresas italianas

Demografia

A Itália é um país altamente urbanizado. As maiores cidades do país são Roma, Milão e Nápoles, cada uma com mais de um milhão de habitantes. A densidade populacional italiana é uma das mais altas da Europa, com 197 hab/km². A Itália possui uma taxa muito baixa de crescimento populacional anual, uma das mais baixas do continente, uma consequência de menos filhos por família. Famílias que vivem no sul predominantemente agrícola possuem mais filhos do que famílias que vivem no norte industrializado. Cerca de 98% da população italiana são descendentes de italianos. Minorias incluem alemães que vivem na região de Trentino-Alto Adige, e eslovenos, que vivem na região de Trieste, bem como descendentes de franceses, que vivem na região de Valle D'Aosta.

Cultura


- [http://www.italia.gov.it Governo Federal]
- [http://www.quirinale.it Presidência da República] Categoria:Países da Europa
-
als:Italien fiu-vro:Itaalia ja:イタリア ko:이탈리아 ms:Itali simple:Italy th:ประเทศอิตาลี zh-min-nan:Italia

Rio Tibre

O Tibre é um rio no território italiano, com nascente na Toscana. Atravessa a Umbria (Città di Castello), depois o Lácio (Orte e Roma) e desagua no Mar Tirreno. Nas margens deste rio, em Roma, encontra-se o Castelo de Santo Ângelo. Tibre ja:テヴェレ川

Etrúria

Os Etruscos eram um aglomerado de povos que viveram na Itália na região a sul do rio Arno e a norte do Tibre, então denominada Etrúria e mais ou menos equivalente à actual Toscana, com partes no Lácio e a Úmbria. Desconhece-se ao certo quando é que os Etruscos se instalaram aí, mas foi provavelmente entre os anos 1200 e 700 a.C.. Nos tempos antigos, o historiador Heródoto pensava que os Etruscos eram originários da Grécia, mas outros escritores posteriores consideram-nos italianos. A sua língua, que utilizava um alfabeto aparentado com o grego, era diferente de todas as outras e ainda não foi decifrada, e a religião era diferente tanto da grega como da romana. A Etrúria era composta por uma dúzia de cidades-estados (Volterra, Fiesole, Arezzo, Cortona, Perugia, Chiusi, Todi, Orvieto, Veio, Tarquinia, etc.), cidades altamente civilizadas que tiveram grande influência sobre os Romanos. Os últimos três reis de Roma, antes da criação da república em 509 a.C., eram etruscos. Verificaram-se prolongadas lutas entre a Etrúria e Roma, terminando com a vitória desta última nos anos 200 a.C..


- Arte etrusca Categoria:Povos da Antigüidade ja:エトルリア

Toscana

A Toscana é uma região da Itália central com 3,6 milhões de habitantes e 23 000 km² , cuja capital é Florença. Tem limites a noroeste com a Liguria, ao norte com a Emília-Romagna, a leste com Marche e Umbria. A oeste seus 320 km de litoral são banhados pelo Mar da Liguria e Mar Tirreno. A Toscana administra ainda as ilhas do Arquipélago Toscano, a principal das quais é a ilha de Elba. A Toscana é uma das maiores regiões italianas em território e número de habitantes.

Administração

Esta região é composta das seguintes províncias:
- Arezzo (39 comunas)
- Florença (44 comunas)
- Grosseto (28 comunas)
- Livorno (20 comunas)
- Lucca (35 comunas)
- Massa-Carrara (17 comunas)
- Pisa (39 comunas)
- Pistoia (22 comunas)
- Prato (7 comunas)
- Siena (36 comunas)

Ver também


- Regiões da Itália
- Lista de províncias da Itália
- Lista de comunas da Toscana
- História da Toscana

Ligações Externas

Página oficial da região Toscana na internet - http://www.regione.toscana.it Categoria:Regiões da Itália ja:トスカーナ州 ko:토스카나 주

Lácio

O Lácio (Lazio, em italiano) é uma região da Itália central com 5 milhões de habitantes e 17 203 km² , cuja capital é Roma. Tem limites ao norte com a Toscana e Umbria, a leste com Marche, Abruzzo e Molise, ao sul com a Campania e a oeste com o Mar Tirreno. O Lácio estende-se da cordilheira dos Apeninos, espinha dorsal da Penísula Itálica, ao mar Tirreno. Seu nome, originalmente Latium, remete aos latinos, povo do qual os romanos descendem e cujo idioma, o latim, tornou-se a língua formal do Império Romano, tendo sido amplamente difundido nos territórios sob o seu domínio. De enorme importância histórica e cultural, foi o local onde Roma foi fundada, acredita-se que no século VIII a.C. O nome da região acabou por denominar também o internacionalmente conhecido clube de futebol da capital do País.

Administração

Esta região é composta das seguintes províncias:
- Frosinone
- Latina
- Rieti
- Roma
- Viterbo


- Regiões da Itália
- Lista de províncias da Itália
- Lista de comunas no Lácio

Ligações Externas

Página oficial da região Lácio na internet – http://www.regione.lazio.it categoria:Regiões da Itália ja:ラツィオ州



700 a.C.

Milénios: Segundo milénio a.C. - Primeiro milénio a.C. - Primeiro milénio d.C.

Eventos

Século I a.C.

Século II a.C.

Século III a.C.

Século IV a.C.

Século V a.C.

Século VI a.C.


- 509 a.C. — Data provável para a instituição da República em Roma.

Século VII a.C.

Século VIII a.C.

Século IX a.C.

Século X a.C.

aC 1 ja:紀元前1千年紀

Heródoto

Heródoto de Halicarnasso foi um historiador grego, continuador de Hecateu de Mileto, nascido no século V a.C. (485 a.C.? - 420 a.C.) em Halicarnasso (hoje Bodrum na Turquia). Foi o autor da história da invasão persa da Grécia nos princípios do século V a.C., conhecida simplesmente como As histórias de Heródoto. Esta obra foi reconhecida como uma nova forma de literatura pouco depois de ser publicada. Antes de Heródoto, tinham existido crónicas e épicos, e também estes haviam preservado o conhecimento do passado. Mas Heródoto foi o primeiro não só a gravar o passado mas também a considerá-lo um problema filosófico ou um projecto de pesquisa que podia revelar conhecimento do comportamento humano. A sua criação deu-lhe o título de "Pai da História" e a palavra que utilizou para o conseguir, história, que previamente tinha significado Simplesmente "pesquisa", tomou a conotação actual de "história". A obra Histórias foi frequentemente acusada no velho mundo de influenciável, imprecisa e plagiária. Ataques semelhantes foram preconizados por alguns pensadores modernos, que defendem que Heródoto exagerou na extensão das suas viagens e nas fontes criadas. Contudo, o respeito pelo seu rigor tem aumentado na última metade do século, sendo actualmente reconhecido não apenas como pioneiro na história, mas também na etnografia e antropologia. Publicado entre 424 e 430 a.C., Histórias foi dividido em 9 livros, intitulados segundo os nomes das musas, pelos últimos editores. Os primeiros seis relatam o crescimento do Império Persa. Começam com uma introdução do primeiro monarca asiático a conquistar as cidades-estado gregas e o verdadeiro tributo, Croesus de Lydia. Croesus perdeu o reinado para Cyrus, o fundador do Império Persa. As primeiras seis obras acabam com a derrota dos persas em 490 a.C., na Batalha de Maratona, que constituiu o primeiro retrocesso no progresso imperial. Os últimos três livros descrevem a tentativa do rei persa Xerxes de vingar, dez anos mais tarde, a derrota persa em Maratona e absorver a Grécia no Império Persa. Histórias acaba em 479 a.C., com a expulsão na Batalha de Plataea e o recuo da fronteira do Império Persa para a linha costeira da Ásia Menor. No que diz respeito à vida de Heródoto, sabe-se que foi exilado de Halicarnasso após um golpe de estado frustado contra a dinastia no poder no qual estava envolvido, retirando-se para a ilha de Samos. Parece nunca ter regressado a Halicarnasso, embora em Histórias pareça sentir orgulho da sua cidade e da respectiva rainha, Artemisia. Deve ter sido durante o exílio que empreendeu as viagens que descreve em Histórias. Estas viagens conduziram-no ao Egipto, Primeira Catarata, Babilónia, Ucrânia, Itália e Sicília. Heródoto refere uma conversa com um informador em Esparta, e muito certamente terá vivido durante um determinado período em Atenas. Nesta registou as tradições orais das famílias proeminentes, em especial, a Alkmaeonidai, à qual Péricles pertencia do lado materno. Mas os Atenienses não aceitavam os estrangeiros como cidadãos, e quando Atenas apoiou a colónia de Thurii na aniquilação de Itália em 444 a.C., Heródoto tornou-se colono. Desconhece-se se lá morreu ou não. Numa determinada altura tornou-se um logios – isto é, um recitador de prosa logai ou histórias – cujos temas baseavam-se em contos de batalhas, maravilhas de países distantes e outros acontecimentos históricos. Fez roteiros das cidades gregas e dos maiores festivais atléticos e religiosos, onde dava espectáculos pelos quais esperava pagamento. Em 431 a.C., a guerra do Peloponeso rebentou entre Atenas e Esparta. Poderá ter sido esse conflito, que dividiu o mundo grego, que o inspirou a reunir “logoi” numa narrativa contínua – Histórias – centrada no progresso imperial da Pérsia interrompida pela aliança entre Atenas e Esparta.

Obras sobre Heródoto

As traduções de Histórias já estão disponíveis na série Penguin Classics, por A. de Selincourt, e na série Modern Library, por G. Rawlinson. Evans, J. A. S. Herodotus. Boston: G. K. Hall, 1982. ---. Herodotus, Explorer of the Past: Three Essays. Princeton, NJ: Princeton University Press, 1991. Flory, Stewart. The Archaic Smile of Herodotus. Detroit: Wayne State University Press, 1987. Hartog, F. The Mirror of Herodotus. Berkeley, CA: University of California Press, 1988. Lateiner, D. The Historical Method of Herodotus. Toronto: University of Toronto Press, 1989. Pritchett, W. K. The Liar School of Herodotus. Amsterdam: Gieben, 1991. ---- Divulgado em 01/11/2000; revisto e aprovado pelo grupo Classics; editor Robert Dyer; revisor -coordenador Carl A. Anderson; editores de redacção coordenadores Larry Sanger e Cindy Seeley . Autor inicial:James Allan Evans Tradução de Vânia Relvas Para fins de citação, utilizar o seguinte URL: www.nupedia.com/article/390/ Categoria:Gregos Categoria:Historiadores ja:ヘロドトス ko:헤로도토스 ms:Herodotus

Alfabeto grego

O alfabeto utilizado para escrever a língua grega teve o seu desenvolvimento por volta do século IX a.C., utilizando-se até aos nossos dias, tanto no grego moderno como também na Matemática, Astronomia, etc. Anteriormente, o grego foi escrito mediante um silabário, utilizado em Creta e zonas da Grécia continental como Micenas ou Pilos entre os séculos XVI a.C. e XII a.C. e conhecido como linear B. O Grego que reproduz parece uma versão primitiva dos dialectos Arcado-cipriota e Jónico-ático, dos quais provavelmente é antepassado, e é conhecido habitualmente como Micénico. Crê-se que o alfabeto grego deriva duma variante do semítico, introduzido na Grécia por mercadores fenícios. Dado que o alfabeto semítico não necessita de notar as vogais, ao contrário da língua grega e outras da família indo-europeia, como o latim e em consequência o português, os gregos adaptaram alguns símbolos fenícios sem valor fonético em grego para representar as vogais. Este facto pode considerar-se fundamental e tornou possível a transcrição fonética satisfatória das línguas Europeias. As letras Digamma, San e Qoppa desapareceram do alfabeto nos seus primeiros tempos, antes do denominado período clássico. Dado que a aparição das letras minúsculas é bastante posterior, não existem minúsculas de ditas letras. Originariamente existiram variantes do alfabeto grego, sendo as mais importantes a ocidental (Calcídica) e a oriental (Jónica). A variante ocidental originou o alfabeto etrusco e daí o alfabeto romano. Atenas adoptou no ano 403 a.C. a variante oriental, dando lugar a que pouco depois desaparecessem as demais formas existentes do alfabeto. Já nesta época o grego escrevia-se da esquerda para a direita, enquanto que a princípio a maneira de o escrever era alternadamente da esquerda para a direita e da direita para a esquerda, de maneira que se começava pelo lado em que se tinha concluído a linha anterior, invertendo todos os caracteres em dito processo. O factor inovador introduzido com o alfabeto grego são as vogais. As primeiras vogais foram Alfa, Épsilon, Iota, Ómicron e Upsilon. Se se contempla o processo de criação do alfabeto grego como resultado de um processo dinâmico baseado na adopção de vários alfabetos semíticos através do tempo, encontrando inclusive influências do linear-B, poder-se-ia dar uma explicação mais satisfatória da sua origem do que as teorias que postulam uma adaptação única de um alfabeto determinado num momento dado.

Ver também


- Lista de artigos relacionados com Grécia Grego Categoria:Grécia als:Griechisches Alphabet ja:ギリシア文字 ko:그리스 문자 th:อักษรกรีก



Fiesole

Fiesole é uma comuna italiana da região da Toscana, província de Florença, com cerca de 14.142 habitantes. Estende-se por uma área de 42 km2, tendo uma densidade populacional de 337 hab/km2. Faz fronteira com Bagno a Ripoli, Borgo San Lorenzo, Florença, Pontassieve, Sesto Fiorentino, Vaglia. Categoria:Comunas da Itália Categoria:Comunas da Toscana Categoria:Comunas de Florença ko:피에솔레

Arezzo

Arezzo é uma comuna italiana da região da Toscana, província de Arezzo, com cerca de 91.582 habitantes. Estende-se por uma área de 386 km2, tendo uma densidade populacional de 237 hab/km2. Faz fronteira com Anghiari, Capolona, Castiglion Fibocchi, Castiglion Fiorentino, Città di Castello (PG), Civitella in Val di Chiana, Cortona, Laterina, Marciano della Chiana, Monte San Savino, Monte Santa Maria Tiberina (PG), Monterchi, Subbiano. Categoria:Comunas da Itália Categoria:Comunas da Toscana Categoria:Comunas de Arezzo ja:アレッツォ

Perugia

Perugia é uma comuna italiana da região da Umbria, província de Perugia, com cerca de 158.313 habitantes. Estende-se por uma área de 449 km2, tendo uma densidade populacional de 352.59 hab/km2. Faz fronteira com Assisi, Bastia Umbra, Corciano, Deruta, Gubbio, Magione, Marsciano, Panicale, Piegaro, Torgiano, Umbertide, Valfabbrica. Categoria:Comunas da Itália Categoria:Comunas da Umbria Categoria:Comunas de Perugia ja:ペルージャ

Todi

Todi é uma comuna italiana da região da Umbria, província de Perugia, com cerca de 16.512 habitantes. Estende-se por uma área de 223 km2, tendo uma densidade populacional de 74 hab/km2. Faz fronteira com Acquasparta (TR), Avigliano Umbro (TR), Baschi (TR), Collazzone, Fratta Todina, Gualdo Cattaneo, Marsciano, Massa Martana, Monte Castello di Vibio, Montecchio (TR), Orvieto (TR), San Venanzo (TR). Categoria:Comunas da Itália Categoria:Comunas da Umbria Categoria:Comunas de Perugia

Veio

Em mineração, veio ou filão é uma porção na pedra do mineral procurado, geralmente entre camadas de rocha sem valor. O veio usualmente tem alguma forma definida. Categoria:Mineração

Tarquinia

Tarquinia é uma comuna italiana da região do Lácio, província de Viterbo, com cerca de 15.162 (Cens. 2001) habitantes. Estende-se por uma área de 279,50 km2, tendo uma densidade populacional de 54,25 hab/km2. Faz fronteira com Allumiere (RM), Civitavecchia (RM), Montalto di Castro, Monte Romano, Tolfa (RM), Tuscania. Categoria:Comunas da Itália Categoria:Comunas do Lácio Categoria:Comunas de Viterbo ja:タルクイーニア

Romanos

Romanos é um município da Espanha na província de Saragoça, comunidade autónoma de Aragão, de área 19,84 km² com população de 124 habitantes (2004) e densidade populacional de 6,25 hab/km².

Demografia

Romanos Romanos Romanos

República Romana

A República Romana (do latim respublica, 'bem comum') é o termo utilizado por convenção para definir o Estado romano e suas províncias desde o fim do Reino de Roma em 509 a.C. ao estabelecimento do Império Romano em 27 a.C..

A queda da realeza e o início da República

Segundo a tradição, a realeza terminou de modo abrupto: uma revolução patrícia baniu Tarquinio, o Soberbo, de Roma, em 510 a.C. Ao rei sucedem dois magistrados eleitos anualmente, e que se denominam, a princípio, iudices (juízes), em tempos de paz, e praetores (os que vão à frente), quando em guerra. Excetuadas as funções religiosas, que passam para o rex sacrorum e para o pontifex maximus, esses magistrados detêm o imperium real. Os autores modernos, no entanto, defendem que a passagem da realeza para a república não se fez de jato, por meio de revolução, mas obedeceu a processo lento, desenrolado entre 510 e 367 a.C A esse respeito, há várias conjecturas, destacando-se aquela segundo a qual, de início, ocorreu a substituição do rei pelo ditador anual, auxiliado pelo magister equitum (comandante da cavalaria), os quais, por sua vez, se transformaram em praetor maximus e praetor minor, aquele superior hierarquicamente a este; enfim surgiram os consules, com iguais poderes.

A República

consules A República era a forma política do Estado romano que perdurou 400 anos após a expulsão de Tarquínio. O governo de um único monarca sucumbiu ao poder da aristocracia fundiária, os patrícios, que governaram através de dois principais magistrados, os cônsules, e um corpo consultivo, o Senado. A cidade de Roma funcionava como uma espécie de "empresa pública", enquanto a pequena aristocracia, proprietária de terras, administrava o Estado. A simplicidade de Cincinato ou de Catão era o ideal da arte de governar.

Conquistas territoriais

Durante o período repúblicano, Roma transformou-se de simples cidade-estado em um grande império, voltando-se inicialmente para a conquista da Itália e mais tarde para todo o mundo da orla do Mar Mediterrâneo. Como a expansão romana provocou profundas transformações na vida econômica, social e política de Roma, dividiremos esse período em duas fases: a primeira, que se estende até o século III a.C., identificada com a conquista da Itália; e a segunda, que corresponde à formação do poderoso império mediterrâneo.

Conquista da Itália

No início do século V a.C., o objetivo fundamental da aristocracia romana era manter sua hegemonia na região do Lácio, o que preocupava as cidades etruscas. Em 395 a.C., os romanos venceram a cidade etrusca de Veios, numa luta iniciada pelo controle da foz do Rio Tibre. Após essa vitória, seguiu-se uma derrota, por volta de 390 a.C., imposta pelos gauleses em expedições de saque às regiões do Sul da Etrúria. Mas em 340 a.C., Roma recuperou-se e submeteu os povos mais próximos. Depois da queda da supremácia dos etruscos, na Itália, as cidades latinas formaram uma liga contra Roma. Em 493 a.C., travava-se a batalha do lago Regillus da qual resultou um tratado (foedus Cassianum) entre Roma e essa liga, ficando ambas as partes em situação de igualdade. A pouco e pouco, no entanto, foi-se afirmando a supremacia de Roma até que esta, em 338 a.C., derrota e dissolve a liga latina. O território de algumas das cidades que a integravam foi incorporado a Roma; já com outras foram firmados tratados (foedera), pelos quais, embora essas cidades mantivessem sua autonomia administrativa, não tinham elas o direito de declarar guerra ou fazer paz (ius belli et pacis). De 327 a 290 a.C., Roma guerreou contra os Samnitas pelo domínio da fértil região da Campânia. A maior parte dos samnitas acabou se aliando aos romanos. Posteriormente, Roma controlou o Norte da Etrúria, cujos domínios compreendiam a Itália central e parte da Itália setentrional. Quando a supremacia romana se estendeu ao Sul da Itália, algumas cidades gregas, como Nápoles, aliaram-se a Roma, enquanto outras, como Tarento, declararam-lhe guerra. Para conquistar essa região, os romanos atacaram a rica cidade de Tarento. Os tarentinos pediram ajuda de Pirro, rei do Épiro (atual Albânia). Esse chegou a Itália com um poderoso exército (23000 soldados) e muitos elefantes de combate. Apesar de ter derrotado duas vezes os romanos, Pirro sofreu pesadas baixas e teria exclamado: "Uma vitória mais como esta e fico sem soldados". Daí provém a expressão: Vitória de Pirro (para designar uma batalha em que o vencedor sai quase tão esgotado quanto o vencido). Mais tarde, os romanos reorganizam suas forças e liquidam o exército de Pirro. Em 272 a.C., o Sul da Itália, incluindo Tarento, rendeu-se. Assim, toda a península Apenina (ou Itálica), exceto o vale do rio Pó, passou para o domínio romano. Ao conquistarem uma região italiana, pelo menos um terço do território ocupado era apropriado pelo Estado, transformado em ager publicus (terras públicas) e depois distribuído aos cidadãos romanos, para várias finalidades: instalação de colônias, distribuição de lotes individuais ou ocupação pela aristocracia, que tinha os meios disponíveis para seu aproveitamento. Graças ao enorme potencial humano e ao vasto império que dominava, Roma havia se convertido numa enorme potência mundial. Sua influência viu-se fortalecida com a fundação de colônias estratégicas na Itália ligadas por uma rede de estradas. Estas colônias eram formadas só por cidadãos romanos ou por latinos; os primeiros faziam parte do Estado Romano, enquanto os demais eram seus aliados, independentes, porém com privilégios.

Expansão externa

A expansão fora do território teve início com as Guerras Púnicas (porque os romanos chamavam os cartagineses pelo nome de puni, isto é, fenícios), contra Cartago, cidade-estado fenícia localizada no Norte da África, que por volta do século III a.C. dominava o comércio do Mediterrâneo. Os ricos comerciantes cartagineses possuiam diversas colônias na Sicília, Sardenha, Córsega, Espanha e em toda costa setentrional da África. Os conflitos entre Roma e Cartago iniciaram-se a partir da expansão romana pela Itália meridional. O motivo da guerra foi o choque entre o expansionismo romano e o cartaginês. Quando Roma anexou os portos italianos do Sul e os interesses de Nápoles e Tarento (colônias gregas rivais de Cartago) tornaram-se interesses romanos, a guerra passou a ser inevitável. Era quase certo que Roma, como líder dos gregos ocidentais, iria intervir na luta secular entre sicilianos e cartagineses. A maior parte da Ilha da Sicília era habitada por cartagineses, em luta constante com as colônias gregas ali existentes. Os romanos intervieram e uma de suas legiões, com o apoio de Siracusa, ocupou a cidade de Messina. Os cartagineses declararam guerra a Roma. As forças das duas potências eram bastante equilibradas, pois o poderio de ambas era sustentado por uma comunidade de cidadãos e um poderoso exército, fortalecido por aliados em caso de guerra. Nas três Guerras Púnicas (264 a 146 a.C.), os romanos venceram os cartagineses. Dominaram a Sicília, a Córsega e a Sardenha, além da Espanha, que foi totalmente submetida ao Império Romano após a total submissão dos celtiberos, habitantes da península ibérica, em 133 a.C. Portugal foi dominado em 140 a.C., quando os lusitanos, liderados por Viriato, foram vencidos pelas tropas romanas. Parte do Norte da África também foi subjugado pelos Romanos, a partir da queda e destruição de Cartago, em 146 a.C. Todo o mediterrâneos ocidental passou para o domínio romano. Ao mesmo tempo que estava envolvida com as guerras púnicas, Roma voltou sua atenção para o Mediterrâneo oriental, onde o império formado por Alexandre Magno havia se desagregado. Felipe V da Macedônia, aliado a Cartago na Segunda Guerra Púnica foi derrotado em 197 a.C. e a Macedônia tornou-se protetorado romano. Posteriormente, com a revolta dos macedônios, Roma venceu Perseu (filho de Felipe V) e dominou totalmente a região, em 168 a.C., transformando-a em uma província romana. O rei da Bitínia submeteu-se a Roma. O monarca selêucida da Síria, Antíoco III, foi vencido em 189 a.C na Magnésia, ao sudoeste da Ásia Menor; seguindo-se depois a conquista da Grécia (146 a.C.) e o estabelecimento de um protetorado romano no Egito. Em seguida, no ano de 133 a.C., Roma obteve como herança, após a morte do rei Átalo, de Pérgamo, a cobiçada província da Ásia. Com a conquista da Gália Transalpina, efetivada por Júlio César (51 a.C.), a Roma repúblicana transformou-se no maior império da antiguidade. Durante longos anos estas conquistas foram tratadas só como fonte de valiosos butins. Os governos provinciais romanos não eram exatores (fiscalistas), em outras palavras - depois da campanha da Macedônia -, a riqueza vinda das províncias conquistadas (junto com os lucros da exploração estatal das minas) permitiu suprimir totalmente os impostos diretos aos cidadãos romanos.

A crise da República romana


- Crasso, Pompeu e Caio Júlio César
- (60 a.c. – 53 a.c.)
- Júlio César (53 a.c. – 44 a.c.)
- Lépido, Caio Otavio e Marco Antônio
  - (44 a.c. – 37 a.c.)
- Caio Otavio (Roma) e Marco Antônio (Oriente) (37 a.c. – 30 a.c.)
- Caio Otavio (Otavio Augusto)
    - ( 30 a.c. – 27 a.c.)
- Primeiro Triunvirato
  - Segundo Triunvirato
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Arte etrusca

A arte etrusca refere-se à arte da antiga civilização da Etrúria localizada na Itália central (actual Toscana) e que teve o seu apogeu artístico entre os século VIII e II a.C.. As origens deste povo, e consequentemente do estilo, remontam aos povos que habitavam a região (ou se deslocaram da Ásia menor) durante a Idade do bronze e Idade do ferro, mas também outras culturas influenciaram a sua arte (por proximidade ou contacto comercial), como a grega, fenícia, egípcia, assíria e a oriental. Mas o seu aparente carácter helenistico simples (visto o seu florescimento coincidir com o período arcaico grego) esconde um estilo único e inovador de características muito próprias que viria a influenciar profundamente a arte romana e pela qual estaria já totalmente absorvido no século I a.C.. Até à actualidade muita da herança etrusca se foi perdendo e as peças e vestígios que hoje se conhecem podem dar apenas uma ideia parcial do que seria em plenitude a arte desta civilização. A maior parte do espólio etrusco advém de escavações arqueológicas em necrópoles (Cerveteri, Tarquinia, Populonia, Orvieto, Vetulonia, Norchia) trazendo à luz acima de tudo peças e construções de carácter religioso relacionadas com o culto funerário.

Expressões e estilo

religioso De um modo geral pode-se afirmar que os artistas etruscos eram artesãos de grande habilidade. Executavam peças (estatuária, vasos, espelhos, caixas, etc) de grande qualidade e mestria em terracota, barro, bronze e metal, desenvolviam também peças de joalharia (em ouro, prata e marfim) e uma cerâmica negra (designada Bucchero).

Arte funerária

Escavações efectuadas em tumbas subterrâneas revelaram urnas de barro (onde se colocavam os restos mortais) com elementos escultóricos representando elementos anatómicos do falecido (p. ex. tampa em forma de cabeça); bustos (que poderão ter estado na origem dos bustos romanos); esculturas e relevos em sarcófagos onde, numa fase posterior, figuras humanas em tamanho real surgem reclinadas sobre a tampa como se de um leito se tratasse (jacente). Mas aqui, em oposição à escultura grega em pedra, a escultura etrusca toma forma em materiais mais brandos que possibilitam uma modulação mais elástica, fluida e arredondada incutindo nas figuras uma natural espontaneidade. As câmaras funerárias, que retratam o interior de uma habitação, são de tecto em abóbada ou falsa cúpula e são revestidas de pinturas murais (frescos) retratando cenas mitológicas, do quotidiano e rituais funerários de demarcado carácter bi-dimensional, estilizado (formas delineadas a negro), mas de cores vivas e atmosfera jovial. Numa fase posterior, esta atitude de festividade perante a morte sofre alterações, possivelmente pela influência da arte grega do período clássico, e as figuras (onde passam a integrar também os demónios da morte) ganham uma nova atitude pensativa e de incerteza perante o final da vida.

Arquitectura e urbanismo

demónio Além de uma grande variedade de artes decorativas os etruscos desenvolveram também a construção arquitectónica da qual muito pouco sobreviveu. Modelos à escala permitem ter uma ideia do templo religioso (com base de pedra, estrutura de madeira e revestimento em barro na arquitrave e beirais) que em grande parte se assemelharia ao grego simples, mas sem a sua elegância: pelo lado sul e subindo os degraus do podium ganhava-se acesso a um pórtico com duas filas de quatro colunas cada e consequentemente à cella no seu interior. Construiram também palácios, edifícios públicos, aquedutos, pontes, esgotos, muralhas defensivas e desenvolveram projectos de urbanismo onde a cidade se articulava a partir de um centro resultado da intersecção das duas vias principais (cardo, sentido norte-sul e decumanos, sentido este-oeste). Também importante de referir é a utilização do aco de volta-perfeita (semi-círculo) a novas tipologias que não sejam as de carácter puramente utilitário, como já tinha acontecido anteriormente na Mesopotâmia, Egipto e naturalmente na Grécia, como em túmulos, outras estruturas subterrâneas ou portas de cidades. Agora, pela primeira vez, o arco surge inserido no vocabulário das ordens arquitectóicas gregas.

Linha temporal


- 800-650 a.C.: cunho oriental.
- 650-500 a.C.: influência jónica e coríntia.
- 500-300 a.C.: apogeu; demarcada influência grega.
- 300-100 a.C.: fase tardia; absorção romana.


- Arte grega
- Arte romana


- [http://www.roma2000.it/vilagiul.html Museo Nazionale Etrusco di Villa Giulia], em Roma

Bibliografia


- CALADO, Margarida, PAIS DA SILVA, Jorge Henrique, Dicionário de Termos da Arte e Arquitectura, Editorial Presença, Liboa, 2005, ISBN 20130007
- JANSON, H. W., História da Arte, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1992, ISBN 972-31-0498-9 Etrusca, Arte

GNU Octave

GNU Octave — это язык высокого уровня, предназначенный для выполнения математических вычислений Он представляет собой удобный командный интерфейс для решения линейных и нелинейных математических задач, а также проведения других арифметических экспериментов, используя язык, в большинстве случаев, совместимый с Matlab. Кроме этого, того, Octave можно использовать для пакетной обработки. Язык Octave оперирует арифметикой вещественных и комплексных скаляров и матриц, имеет расширения для решения линейных алгебраических задач, нахождения корней системы нелинейных алгебраических уравнений, роботы с полиномами, решения различных дифференциальных уравнений, интегрирования системы дифференциальных и дифференциально-алгебраических уравнений первого порядка, интегрирования функций на конечных и бесконечных интервалах. Этот список можно легко расширить, используя язык Octave (или используя динамически загружаемые модули, созданные на языках C, С++, Фортран и др.). Категория:GNU

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